Jornada Agile (PMI-SP)

WORKSHOP INTRODUÇÃO À GESTÃO DE PROJETOS AGILE”

“CURSO PREPARATÓRIO PARA CERTIFICAÇÃO EM GESTÃO DE PROJETOS AGILE PMI-ACP”

Datas:

Evento

Turma

Datas

Dias

Horário

Local

Workshop

1

23/abr

Segunda -feira

Das 08h30 as 17h30

PMI São Paulo

PMI-ACP Prep

2

24 e 25 Abril

Ter e Qua

Das 08h30 as 17h30

PMI São Paulo

PMI-ACP Prep

3

23 a 26 Abril

Seg a Qui

Das 18h30 as 22h30

PMI São Paulo

 

 

 Local: Sede do PMI São Paulo – Al. dos Maracatins, 992 – Conj. 93-B – Moema

 

Objetivo:

Workshop Introdução a Gestão de Projetos Agile: Nesse workshop de 8 horas, o aluno será introduzido aos princípios da gestão de projetos utilizando a abordagem Agile. Serão fornecidas visões gerais de algumas das principais metodologias ágeis, como Extreme Programming (XP) e Scrum. O curso terá um forte foco no papel do Gerente de Projetos Agile bem como nas questões envolvidas na adoção e aplicação de uma metodologia Agile em uma organização e serão fornecidas dicas e sugestões para quem pretende fazer a certificação PMI-ACP (PMI Agile Certified Practitioner) recentemente lançada pelo PMI.

Pontos Abordados neste Workshop:

  • Introdução ao Desenvolvimento Agile de Software
  • Metodologias Agile
    • Extreme Program (XP)
    • Scrum
    • Lean Software Development
    • Kanban
    • Feature Driven Development (FDD)
    • Adaptive Software Development (ASD)
    • Agile Unified Process (AUP)
    • Essential Unified Process (EssUP)
    • Dynamic Systems Development Method (DSDM)
    • Crystal
  • Agile e CMMI v1.3
  • Questões envolvidas na escolha da melhor abordagem Agile
  • Próximos Passos para Implantação de Agile
  • A Certificação PMI-ACP

 

Curso Preparatório para Certificação em Gestão de Projetos Agile PMI-ACP: Esse curso de 16 horas visa preparar os alunos para o exame PMI-ACP (PMI Agile Certified Practitioner) explorando as metodologias, práticas, técnicas e ferramentas adotadas por profissionais Agile. O curso inclui melhores práticas e estudos de casos que explicam como as metodologias Agile são implementadas no mundo real de forma a preparar o aluno para as questoes situacionais do exame PMI além ensinar como conduzir equipes e projetos Agile com sucesso.

Alguns tópicos abordados no curso:

  • Introdução ao SCRUM, Kanban e Lean.
  • Gerencia de Projetos Agile
  • Agile Program Management
  • Agile Portfolio Management
  • Princípios de Engenharia Agile
  • Agile Risk Management
  • Cadeia de Valores e Estimativas
  • Motivação de Equipes Agile
  • Agile Radiators
  • Agile em grandes corporações
  • Planejamento Adaptativo
  • Melhoria Continua (produtos, processos e pessoas)
  • Escalamento para grandes projetos

O curso preparatório para a certificação PMI-ACP inclui:

  • 2 dias de treinamento em sala de aula (16 PDU’s)
  • 3 meses de acesso a ferramenta e-learning de simulação da prova (*)
  • Suporte ao processo de aplicação ao exame PMI-ACP
  • Ferramentas e templates Agile

 Instrutor: Ricardo Guerreiro Costa, PMP,ITIL, CMMI

 Formado em Administração de Empresas pela UFBa, Ricardo Guerreiro é Gerente de Qualidade e Processos da General Dynamics IT em Washington/DC.

Com 20 anos de experiência em Tecnologia da Informação, iniciou sua carreira como desenvolvedor de sistemas bancários em projetos de Outsourcing.   Foi gerente de desenvolvimento de fábricas de software em Recife e São Paulo. Foi transferido para os Estados Unidos em 2006 para implantar um rigoroso processo de melhorias em um laboratório de Software integrando equipes localizadas no Brazil, USA, Índia e Europa.

Como instrutor autorizado pelo Software Engineering Institute da Carnegie Melon University (SEI/CMU), ministrou cerca de 20 cursos de introdução ao CMMI e participou em mais de 30 avaliações CMMI no Brasil, Estados Unidos e Inglaterra. É instrutor de cursos de Gerencia de Projetos e turmas preparatórias para as certificações PMI e PMI-ACP. É praticante, usuário, instrutor e entusiasta de Agile e CMMI.

Preços:

Valor da Inscrição

Sócio PMI São Paulo

Não Sócio PMI São Paulo

Curso Preparatório PMI-ACP

R$ 1.000,00

R$ 1.300,00

Workshop Agile

R$ 550,00

R$ 650,00

Acesse  http://www.pmi.org/Membership/What-PMI-Membership-Is.aspx e faça a filiação on-line.


* Estacionamento não incluso na inscrição.
Inscrições:
Preencha a Ficha de Inscrição – Workshop introdução à gestão de projetos agile

Preencha a Ficha de Inscrição – Curso Preparatório Certificação PMI-ACP

O responsável confirmará a existência da vaga e encaminhará um e-mail com as informações para pagamento;

O pagamento do curso é à vista ou parcelado em 2 (duas) vezes;

O parcelamento em duas vezes deverá ser realizado da seguinte forma: 1ª parcela à vista por Depósito Identificado, DOC ou Transferência, 2ª parcela poderá ser realizada com cheque ou Cartão de Crédito á vista.

Não será possível parcelar o valor em mais vezes;

A confirmação da inscrição se dará apenas após a realização do pagamento integral ou da primeira parcela;

Em caso de desistência, não haverá a devolução da taxa de inscrição ou crédito de qualquer valor pago para turmas futuras;

Não fazemos reservas de vagas.

Observações e informações: Fone/Fax: (11) 5041-4144 / (11) 5531-1920 www.pmisp.org.br

 

Estatísticas – WordPress

Olás,

Para os ‘bloggeiros’ de plantão, recentemente o WordPress disponibilizou uma nova ferramenta de estatísticas para seus blogs.

Além de saber quais posts foram mais acessados (diariamente, por semana, mês, ano, etc.), agora você também conta com:

- um mapa mostrando as origens dos acessos:

- uma lista dos países de origem:

Vale conferir e acompanhar.

Gerenciamento Estratégico

Webinar: Scaling Agile (Free)

Scaling Agile Across the Enterprise

(The Agilista PM)

 

Tuesday, March 6, 2012  (12noon Los Angeles / 3pm New York)

This webinar will discuss “proven” advances in enterprise scale Agility and present a framework that has been proven to scale to meet the needs of large product development organizations such as SalesForce.com and Google.

Agile software development has been gaining momentum and mind share in software development circles for well over a decade. Its emphasis on incrementally delivering business value by teams that are both cross-functional and self-organized has resulted in getting innovative products to market faster.

However, most large enterprises have failed to embrace the Agile movement even though they have earnestly tried by sending scores of their people through Certified Scrum Master and similar Agile training programs. What has been lacking is an Agile framework that addresses the needs beyond the Team.  In order to succeed, the Program and Portfolio levels of an organization must be fully engaged in building an Agile Enterprise.

SPEAKER:  Armond Mehrabian (PMP, CSM, CSP) is the founder and President of Portofino Solutions, Inc. He is an Agile instructor and coach with a deep passion for innovation and continuous process improvement. He has been in the technology and IT industry for over 23 years. For the last four years he has worked with Fortune 1000 companies to implement large scale agile solutions. Armond is currently working with Dean Leffingwell and the Scaled Agile Partners (the creators of the Scaled Agile Framework™) and consults to larger clients on scaled Agile transformations.

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Vídeos sobre Scrum

Pra você que quer aprender de forma rápida e objetiva os conceitos envolvidos no Scrum, seguem abaixo algumas sugestões interessantes de vídeos disponíveis no YouTube que podem ajudá-lo(a).

Em Português

Em Inglês:

Gerenciamento Estratégico

Meu blog

Criar um blog tornou-se uma atividade corriqueira e, até mesmo, bastante simples. Existem várias ferramentas na web que auxiliam neste processo (e dentre elas o WordPress).

Mas, o esforço para manter e conseguir acessos no blog é inversamente proporcional a facilidade de sua criação inicial. Mesmo itens gráficos de aparência são relativamente fáceis de se configurar para obter um visual elegante, chamativo, interesssante, enfim, tudo ao gosto do freguês (o blogueiro).

Felizmente o blog Gerenciamento Estratégico, após seus 2 anos e 2 meses (completos agora em novembro/2011) tem conseguido manter uma tendência positiva no número de visitas ao longo desse período.

O gráfico abaixo permite ter uma ideia dessa tendência positiva:

Mas, claro, ‘nem tudo são flores’. O esforço, ainda que controlado, não é o que se pode chamar de ‘pequeno’. Produzir conteúdo que atraia a atenção de visitantes ocasionais e que cative visitantes regulares exige dedicação.

As atividades diárias e os projetos (já que os editores desse blog atuam em atividades gestão de projetos) tanto auxiliam nessa produção (através de situações que dão ideias para novas postagens) como também atrapalham (uma vez que absorvem o exíguo tempo livre).

No entanto, quero destacar que é uma atividade muito gratificante.  Por exemplo, acabei de digitar no Google as palavras gerenciamento estratégico e o blog aparece no topo da lista de resultados. O que, não deixa de ser um ótimo resultado, especialmente considerando que estas duas palavras são bastante comuns e difundidas nos ambientes de gestão empresarial.

No gráfico também é possível ver um ponto em destaque que foi resultado de um post sobre a gestão de comunicação onde o tema “Paradoxo de Abilene” foi abordado. Coincidentemente, este assunto fazia parte da prova de um concurso do BNDES. Novamente, o uso das palavras paradoxo abilene bndes também trás o blog no topo da lista dos resultados de busca do Google.

Então, para quem quer dividir suas ideias e experiências (em qualquer assunto que seja) através do ‘seu blog’ e, ser achado, aqui vão algumas dicas:

- Publique regularmente (ainda que sejam ideias simples). Não espere pelo post ‘sensacional’ para postar.

- Tags: coloque muitos, muitos tags mesmo em suas postagens. Isso ajuda as ferramentas de busca a acharem seu blog.

- Divulgue: no nosso caso, depois que já tínhamos um bom número de postagens, começamos a divulgar entre amigos, em listas de discussão das quais participávamos, etc.

- Comente: Comente outros blogs com o mesmo assunto que o seu. A frase “é dando que se recebe” funciona. Comente lá que alguém vai vir comentar cá. Além disso, você se atualiza e fica sabendo sobre o que é que estão falando na web sobre seu tema de interesse.

- ‘Linke-se’: Se um de seus posts faz referência ou tem um tópico relacionado a qualquer outro de seus posts, inclua o link. Isso ajuda no aumento dos page views e também facilita a pesquisa/leitura dos seus visitantes.

- Pesquise o que é SEO – Search Engine Optimization. Este tipo de abordagem ajuda as ferramentas de busca a te localizarem.

- Mantenha o foco: se o tema é gestão de projetos, não adianta publicar outros assuntos, sua audiência, especialmente aquela que é fiel ao seu blog, não voltou ali para saber de outros assuntos. Foco e objetividade.

- Altruísmo: seja um ‘blogueiro’ porque gosta, pois nem sempre você vai receber comentários e feedbacks sobre seu trabalho.

- Estatísticas: Escolher uma ferramenta (como o wordpress) que tenha ferramentas de análise estatística ajudam a acompanhar o desempenho do seu blog. Isso ajuda na motivação pessoal e no estabelecimento de metas (afinal, as métricas vão estar disponíveis). Por exemplo, agora em Novembro/2011 batemos nosso record de acessos diário e também do mês.

Finalmente, Volte Sempre. Sua visita é muito importante para nós. :)

Gerenciamento Estratégico

Metodologia ágil ou tradicional: porque não as duas?

Os modelos ágeis de gestão vem ganhando cada vez mais espaço nas organizações, mas nem sempre são bem aceitas ou entendidas por gerentes/executivos acostumados com o gerenciamento de projetos no modelo tradicional (em cascata, ou waterfall). As discussões sobre vantagens e desvantagens de cada modelo são, muitas vezes, inflamadas e polarizadas, onde cada um dos lados tenta doutrinar o outro.

Por mais que cada modelo ofereça uma série de vantagens e desvantagens (que devem ser avaliadas por cada organização e, mais especificamente, cada tipo de projeto) o que eu tenho visto é que a implementação “pura” de um modelo ou de outro é muito rara. Poucos são os lugares onde o gerenciamento do projeto segue dogmaticamente os preceitos (“boas práticas”) listadas no PMBoK ou que executem todos os seus projetos usando Scrum, por exemplo. Se olharmos criticamente um conjunto de projetos de determinada empresa é muito provável que vejamos a utilização de práticas de ambos modelos.

O objetivo desse post é compartilhar uma experiência onde tive a oportunidade de trabalhar com os dois modelos simultaneamente no mesmo projeto, e discutir sobre os ganhos percebidos, dificuldades encontradas e adaptações (tailoring) necessárias.

Histórico do projeto

O projeto tratava do desenvolvimento de uma inovação em um produto do cliente, cuja janela de inserção no mercado era bem definida (e restrita). Os requisitos do sistema, por sua vez, eram bastante complexos, e ainda não totalmente especificados (o que ocorreu ao longo do projeto).

Devido à importância estratégica do projeto o cliente necessitava validar entregas parciais e ter algumas funcionalidades implementadas em versões de demonstração do produto para ser utilizado em “Road Shows”. Assim, uma das ações para garantir a execução desse trabalho foi o estabelecimento de um contrato para a alocação de um time de tamanho fixo durante um período determinado.

Considerando as características do projeto o modelo de desenvolvimento escolhido foi o Scrum, uma vez que este permitiria tratar o desenvolvimento do produto de forma incremental e ainda assim garantir a qualidade do produto e do processo (outro requisito importante para o cliente).

No entanto, apesar de entender o funcionamento do modelo “puro” do Scrum o cliente demandou um acompanhamento nos moldes tradicionais, considerando um projeto “waterfall” e artefatos previstos no modelo de maturidade CMMi. Com isso, por exemplo, foram criados o cronograma macro de entregas descrito em um gráfico de Gantt, algumas métricas de acompanhamento de valor agregado e relatórios de status semanais.

Desafios

Em virtude dessa gestão “mista” foi necessário avaliar processos e práticas das duas correntes de pensamento e avaliar criticamente o uso das mesmas no projeto, tendo em mente a não duplicação do trabalho e a otimização do tempo e esforço para a gestão do projeto, com a garantia do atendimento das expectativas dos stakeholders.

Como resultado dessa análise alguns processos tiveram de ser adaptados. Já alguns outros continuaram a ser executados da mesma maneira, uma vez que o resultado produzido era o mesmo ou não apresentava diferenças significativas usando um dos métodos.

Os ajustes no processo foram sendo feitos e validados com o cliente ao longo do projeto, com o consequente mapeamento das práticas e grupos de processos de modo a gerenciar o projeto de forma eficiente.

A prática 

As principais disciplinas exercidas durante o projeto estão listadas a seguir, juntamente com uma explanação de como elas foram executadas.

Gestão do escopo

O escopo do projeto foi dividido em pacotes de trabalho, sendo que cada requisito foi detalhado pelo analista de requisitos para a criação do product backlog do projeto. No entanto, diferentemente de um projeto ágil puro, toda a quebra dos requisitos em estórias e atividades foi feita durante o planejamento do projeto e o backlog resultante foi usado como guia para o planejamento das iterações (sprints).

Quaisquer mudanças nos requisitos do projeto, seja por entendimento dos mesmos ou por alteração do escopo original, foram tratadas através de um procedimento de “Solicitações de Mudança” (Change Requests), onde as mudanças eram analisadas, detalhadas e incluídas no product backlog.

Gestão do cronograma

Apesar do projeto ter sido executado usando Scrum o conteúdo de cada iteração foi definido com base na priorização do backlog feita pelo Product Owner ainda durante a fase de planejamento. Como o conteúdo de cada iteração estava, em grande parte, definido de antemão a reunião de planejamento de cada sprint focava no balanceamento de volume de trabalho (esforço) e força produtiva disponível (capacidade), além de fazer adaptações necessárias na velocidade do time e incorporação de atividades remanejadas de outros sprints.

Como o Gerente de Projetos do cliente precisava ter visibilidade do projeto como um todo, foi criado um cronograma no MS-Project para acompanhar a execução de cada requisito, sendo que os milestones definidos continham um subconjunto de requisitos que seriam implementados. O cronograma era acompanhado com base no progresso dos sprints, e servia como referência para coleta de métricas do projeto.

O acompanhamento do projeto se dava tanto pelo cronograma de funcionalidades quanto pelo gráfico de burndown de cada sprint. Os dados do cronograma eram usados para informar o progresso do projeto como um todo, enquanto o burndown indicava o progresso de cada sprint.

Gestão do custo

Como o time de projeto era fixo a gestão dos custos do projeto limitou-se ao controle de despesas, o que simplificou a tarefa. Os índices de valor agregado derivavam diretamente dos dados inseridos no MS-Project.

Gestão da comunicação

O plano de comunicação foi criado no início do projeto após a identificação de todos os stakeholders. Para cada tipo de informação a ser divulgada foi definida a periodicidade e sua audiência, bem como o propósito e o responsável pela coleta e divulgação de cada informação. O time de projeto era informado regularmente através das reuniões diárias e demais cerimônias (planning, review) do sprint. Já a alta gerência e o cliente eram informados através de relatórios semanais de progresso.

Um mapa com papéis e responsabilidades de cada stakeholder foi criado e divulgado, de modo a tornar público todos os canais de informação do projeto.

Gestão de riscos

O processo de identificação e análise qualitativa dos riscos, bem como o planejamento de resposta aos mesmos, seguiu o processo tradicional, com o uso de uma planilha de acompanhamento atualizada semanalmente, sendo que o time e demais stakeholders eram envolvidos no processo através das reuniões diárias, reuniões periódicas de status e cerimônias do Scrum.

Gestão da qualidade

O projeto seguiu um processo de desenvolvimento aderente ao CMMi e foi acompanhado por um analista da área de Qualidade, que auditava periodicamente (a cada final de sprint) as entregas (artefatos) do mesmo. A qualidade era garantida através da criação e acompanhamento de itens de “Não Conformidade” em ferramenta específica, que eram enviados ao cliente mensalmente.

Gestão de RH:

A alocação de pessoas foi facilitada pelo fato do time ter um tamanho fixo ao longo de todo o projeto. Como a estrutura da empresa é do tipo matricial o gerente funcional era responsável pela alocação das pessoas, mas uma vez definido o time com as habilidades necessárias (com base no escopo definido) o esforço de gestão foi reduzido, limitando-se ao planejamento e controle de ausências ocasionais e períodos de férias, bem como, obviamente, ao acompanhamento do desempenho dos membros da equipe.

Gestão de aquisições:

Não foi necessário durante o projeto.

Conclusão

A amostra de projetos executados com essa metodologia é pequena e limitada aos projetos que eu gerenciei para esse cliente específico mas, apesar do trabalho inicial de análise ter tomado algum tempo, os resultados foram bastante satisfatórios.

O gerente de projetos do cliente ficou satisfeito por ter a visibilidade que precisava, e os produtos dos projetos foram entregues no prazo e com qualidade necessária. Um resultado adicional, que comprova a eficiência do modelo, é que ele tem sido adotado inclusive por outros parceiros com quem esse cliente executa projetos.

E você, tem alguma experiência desse tipo?

Eamon Sousa

Posts relacionados:

Análise – Ferramentas ‘Ágeis’ de gerenciamento

Neste post, vamos avaliar algumas ferramentas para controle de projetos Ágeis.

Para explicar o contexto dessa avaliação de ferramentas para metodologias ágeis, a motivação inicial foi a de identificar ferramentas aderentes a essas metodologias de trabalho para utilização por equipes situadas em diferentes localidades.

Ferramenta 1: Sprintometer

Esta é uma ferramenta (link) que pretende “ser uma ferramenta ágil, simples e poderosa para o gerenciamento de projetos SCRUM e XP (Extreme Programming)”. Nota: para mais informações, acesse o site ou o Guia da ferramenta.

Em sua versão freeware, o Sprintometer é uma ferramenta de fácil uso. Possui uma interface agradável e bastante completa. Entretanto, é mais adequado para o uso em projetos pequenos onde a equipe de projeto é reduzida e, preferenciamente, esteja localizada no mesmo site.

Além disso, uma única pessoa (o scrum master, por exemplo) deve ficar responsável pela atualização de todos os dados na ferramenta. Esta restrição pode sobrecarregar o responsável (que muitas vezes pode ser um dos membros da equipe de desenvolvimento) o que causaria impactos no projeto.

Outro ponto importante é que seu uso é adequado para o controle de sprints de forma isolada. Ou seja, para o controle do Product Backlog a ferramenta não está preparada. Neste caso, a ferramenta requer que o controle dos itens do product backlog que já foram alocados em algum sprint seja feita pelo responsável pelas atualizações (ex. scrum master).

Ferramenta 2: Agilo/Trac

O Agilo é uma ferramenta Open Source para controle de projetos Scrum, construída sobre a ferramenta de rastreamento de falhas (bug tracking) Trac. Essa ferramenta deve ser instalada em um servidor interno e dá acesso aos membros do time à todas as informações do projeto.

Por ser baseada no Trac a interface da ferramenta se dá através da criação de tickets; a cada ação é criado um ticket na ferramenta, da criação do backlog e atividades ao report de falhas encontradas (a ferramenta também possibilita o controle de bug tracking). Quando o usuário acessa a ferramenta ele tem acesso direto aos tickets pertencentes a ele,e econsegue ver o status geral do projeto. Cada membro do time consegue também apropriar-se determinada atividade durante o projeto,e deve reportar o status na própria ferramenta.

Outra característica interessante é a facilidade de adicionar informações complementares na própria ferramenta, uma vez que ela usa a estrutura Wiki. Com isso é possível acrescentar, no corpo do projeto, informações gerais do projeto, resultados de reuniões de review, etc.

A ferramenta também gera o burndown chart e dá uma visão macro dos milestones do projeto (também cadastrados como tickets).

Ferramenta 3: RTC (Rational Team Concert)

De acordo com a própria IBM (link): “O Rational Team Concert integra o rastreamento de itens de trabalho, controle de gerenciamento de código fonte, builds contínuos, planejamento iterativo, e suporte a processos altamente configuráveis, que permite a adaptação à maneira que você quiser trabalhar. Possibilitando que desenvolvedores, arquitetos, gerentes de projetos e ‘owners’ de projeto trabalhar juntos eficientemente”.

Em uma análise preliminar, embora a proposta da empresa seja bastante ambiciosa, a ferramenta parece ser bastante completa, podendo atender à todas (ou a grande maioria) as necessidades do projeto.

Vamos analisar as primeiras impressões, dificuldades e sucessos na sua utilização. Vale mencionar que neste momento estamos implementando seu uso em projetos piloto para posteriormente colocá-la em ‘produção’ na organização.

Depois de algumas reuniões onde a ferramenta foi apresentada e as expectativas foram discutidas, veio a fase de configuração. Como a ferramenta possui muitas possibilidades, definimos o setup mínimo necessário para utilização nos projetos. Aqui, procuramos estabelecer quais funcionalidades e configurações seriam mais intensivamente utilizadas.

A intenção de restringir o uso das funcionalidades foi a de provocar o mínimo de impacto possível no projeto. Isso porque, entendemos que a introdução das funcionalidades (e potencialidades) da ferramenta deveria ser feita de maneira gradual e incremental. Com isso, além de evitar problemas no andamento das atividades da equipe, procuramos reduzir as dificuldades da equipe quanto a aplicação da nova ferramenta e a resistência em aceitar as mudanças propostas.

O projeto piloto ainda está em andamento, entretanto já dá para notar que a ferramenta possui muitas funcionalidades e, ainda é preciso deixar a equipe se acostumar a ela.

Links:

Aplicativos para Gerentes de Projetos

Giovani Faria / Eamon Sousa

Material de referência para Certificação Ágil PMI

O material de referência de estudos para a nova certificação ágil do PMI já está disponível:

http://www.pmi.org/Certification/~/media/Files/PDF/Agile/PMI000-GainInsightsAIGLE418.ashx

Se você quiser saber mais sobre a certificação:

http://www.pmi.org/Certification/New-PMI-Agile-Certification.aspx

http://www.pmisp.org.br/noticias/pmi-oferecer%C3%A1-certifica%C3%A7%C3%A3o-agile

Gestão de Projetos no Linkedin

Veja uma lista de alguns grupos do Linkedin que tratam de temas relacionados ao Gerenciamento de Projetos:

PMI São Paulo
http://www.linkedin.com/groups?home=&gid=1321327&trk=anet_ug_hm

Gerenciamento de Projetos
http://www.linkedin.com/groups?home=&gid=1812399&trk=anet_ug_hm

PMI – Project Management Institute
http://www.linkedin.com/groups?home=&gid=47251&trk=anet_ug_hm

Project Managers Group
http://www.linkedin.com/groups?home=&gid=49804&trk=anet_ug_hm

Certified Scrum Masters
http://www.linkedin.com/groups?home=&gid=842347&trk=anet_ug_hm

@gerestrategico

Top Posts – Gerenciamento Estratégico de Projetos

Hoje o Blog Gerenciamento Estratégico de Projetos atingiu a marca de 25 mil acessos.

Agradecemos aos visitantes pelo incentivo e vamos continuar nosso trabalho de dividir com vocês informações, experiências, opiniões e resultados relacionados à gestão de projetos.

Além disso, se você tiver alguma sugestão de assunto aderente ao nosso conteúdo, sinta-se à vontade par nos contatar.

Para ‘comemorar’, segue abaixo a lista dos posts mais acessados no último ano.

Novamente, obrigado.

Equipe Gerenciamento Estratégico de Projetos

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