7 Lessons Learned from the PMP Exam

7 Lessons Learned from the PMP Exam

 By Cornelius Fichtner, PMP

 

Everyone has different ways of studying for the Project Management Professional (PMP)® certification. You may carry the PMBOK® Guide around with you, or use flashcards. You may join your local Project Management Institute (PMI)® Chapter and study in a group. Whatever your study path, someone has been there before you.

While everyone has a slightly different story to tell, there are some things that make a big difference to your chances of success with the PMP Exam. Luckily, exam candidates are very happy to share their stories and lessons learned with you. We have reviewed and analyzed a number of lessons learned from the PMP Exam that successful exam takers have posted on our website. Here are our top 7 lessons learned.

 

1: Make a plan: “I had a plan laid out and had to rebaseline it twice but it helps to view where you are and align it once every 2-3 days,” says one student on our forum. Create a plan in a format that works for you and stick to it. It’s OK if it changes every so often, but having a plan will allow you to assess if you are on track with your studies. And you can take corrective action if you are not.

 

2: Read the PMBOK® Guide: You might think this is obvious, but it really does help to have a copy of the PMBOK Guide. “Get a copy of the current edition and read it twice,” recommends one successful student. “The first time highlight the important parts and the second time make flashcards of those highlights. Doing the flash cards will help get the information into your head.” You can then go through your flashcards daily to remind yourself of the key points in the PMBOK® Guide. “It is also a good reference,” the new PMP adds. “Go through the glossary twice… you will notice a few interesting definitions like Elapsed Time and Duration.”

The PMBOK® Guide is the basis for the majority of the questions in the exam, so you really do have to know the concepts and the terminology thoroughly.

 

3: Take sample exams:  Several successful students recommend taking full PMP exams. “The use of full exams besides learning is to get to a discipline in taking the 4 hour exam,” one explains. “If you build on your mistakes, analyze why you are wrong, the final exam will be much easier. I also advise you to mark those answers which you guess, as next time you may guess wrong!”

Note what you got wrong in your sample exams. “You should try to understand why you answered incorrectly,” recommends another successful candidate. “I made a list of some categories such as ‘ITTO knowledge’, ‘Concept not understood’, ‘Question misunderstood’.”

Taking sample exams will help you establish where you need to concentrate your remaining study hours by flagging up the areas that you don’t fully understand.

 

4: Make the most of your study time:  One exam taker explains how they found extra hours in the day to study. “Commuting to my work and back takes 2-3 hours so I decided to utilize this time effectively by listening to The PM PrepCast.”

Find moments in your day where you can study. “If you have an iPhone download an app that will allow you to practice all your ITTO’s,” recommends a student. “It will make it fun to practice.”

Passing the PMP exam successfully requires a lot of study – more than perhaps you first thought. Seek out extra time in the day where you can revise concepts to boost your study hours.

 

5: Be confident:  “Trust yourself,” advises one new PMP. “If you can score around 75-80% in an exam simulator, you can feel confident about passing the exam.” Building your confidence is a key strategy to successfully passing the exam. You want to enter the exam room knowing you have the skills and knowledge to pass the PMP Exam. It will make you feel better about the exam itself, especially if you have not taken an exam for some time.

 

6: Time yourself:  Four hours may seem like a long time but PMP certification holders know that it goes quickly. “Plan on your exam time expanding during the real exam,” suggests one student. “I had been taking practice exams in about 2.5 hours. On the day of the exam, I had under 3 minutes left on my timer when I hit submit. I spent much more time analyzing questions than I had before.”

You don’t want to run out of time in the exam so make sure you know what 4 hours feels like. Check you can get though a complete sample exam in that time.

 

7: Listen to others:  Yes, lessons learned are a great way to prepare! Talk to previous students, discuss your study plans with members of your local PMI Chapter and listen to as many people talking about their own journey to becoming a PMP as you can.

One successful student on our forums recommends listening to interviews through podcasts. “People are asked about their experiences during their preparations and the exam itself,” the new PMP says. “Listening to the different opinions and experiences motivated me a lot. At the beginning of your study time you get an understanding of the effort it takes to pass the PMP Exam.” Talking and listening to others will help you establish if your study plans are on track.

 

About the author: Cornelius Fichtner, PMP is a noted PMP expert. He has helped over 18,000 students prepare for the PMP exam with The Project Management PrepCast and offers one of the best PMP exam simulators on the market.

Congresso Internacional traz dicas de sobrevivência para o Gerente de Projetos

Congresso Internacional traz dicas de sobrevivência para o Gerente de Projetos

Um ambiente corporativo dinâmico e cada vez mais exigente demanda que os profissionais atuantes em Gerenciamento de Projetos saibam algumas técnicas para sobreviver em suas funções. Esse é o tema de André Ricardi, PMP e profissional do SENAC, no IV Congresso Internacional Six Sigma Brasil, que ocorrerá em 23 e 24 de maio de 2012.

Buscando mostrar as ferramentas para lidar com as situações críticas e cotidianas relacionadas à gestão de projetosl, bem como apresentar caminhos alternativos e quais os caminhos evitar, a palestra é uma das mais procuradas do evento. “Procuro propiciar a troca de experiências e de conhecimento, no sentido de auxiliar os profissionais a atingir resultados consistentes em seus projetos”, comenta André Ricardi.

Ele também comenta sobre a dificuldade de sobreviver como Gerente de Projetos diante de tantas pressões e resultados cada vez mais desafiadores. “Portanto, o que o profissional deve fazer para ter sucesso no cenário atual? Como sobreviver profissionalmente e entregar seus projetos dentro das expectativas dos interessados?”, questiona Ricardi, apresentando as problemáticas que serão abordadas em sua palestra.

Animado em participar do Congresso, o profissional vê o evento como “uma oportunidade ímpar de trocar experiências com colegas e estudantes associados ao gerenciamento de projetos”, finaliza.

Saiba mais sobre as palestras que estarão presentes no Congresso Internacional Six Sigma Brasil 2012. Acompanhe a grade do evento, temas, palestrantes e veja como inscrever-se por meio do portal: www.leansixsigma.com.br/congresso.

Six Sigma Brasil – A SIX SIGMA BRASIL Consultoria e Treinamento foi criada com objetivo de integrar organizações e profissionais e aperfeiçoar a eficiência e excelência na gestão das empresas brasileiras. A empresa agrega mais 8.800 associados atuantes na comunidade brasileira de profissionais interessados em discutir, compartilhar, fomentar conhecimento e buscar oportunidades de trabalho.

Para mais informações sobre os treinamentos da Six Sigma Brasil, acesse: http://www.leansixsigma.com.br.

Serviço:

IV Congresso Six Sigma Brasil 2012

Local: Centro Universitário SENAC

Campus Santo Amaro

Av. Eng. Eusébio Stevaux, 823

Santo Amaro – São Paulo – SP

Dias 23 e 24 de maio de 2012

Posts mais lidos

Segue abaixo uma relação dos posts mais lidos do blog Gerenciamento Estratégico de Projetos:

Gerenciamento Estratégico

Meu blog

Criar um blog tornou-se uma atividade corriqueira e, até mesmo, bastante simples. Existem várias ferramentas na web que auxiliam neste processo (e dentre elas o WordPress).

Mas, o esforço para manter e conseguir acessos no blog é inversamente proporcional a facilidade de sua criação inicial. Mesmo itens gráficos de aparência são relativamente fáceis de se configurar para obter um visual elegante, chamativo, interesssante, enfim, tudo ao gosto do freguês (o blogueiro).

Felizmente o blog Gerenciamento Estratégico, após seus 2 anos e 2 meses (completos agora em novembro/2011) tem conseguido manter uma tendência positiva no número de visitas ao longo desse período.

O gráfico abaixo permite ter uma ideia dessa tendência positiva:

Mas, claro, ‘nem tudo são flores’. O esforço, ainda que controlado, não é o que se pode chamar de ‘pequeno’. Produzir conteúdo que atraia a atenção de visitantes ocasionais e que cative visitantes regulares exige dedicação.

As atividades diárias e os projetos (já que os editores desse blog atuam em atividades gestão de projetos) tanto auxiliam nessa produção (através de situações que dão ideias para novas postagens) como também atrapalham (uma vez que absorvem o exíguo tempo livre).

No entanto, quero destacar que é uma atividade muito gratificante.  Por exemplo, acabei de digitar no Google as palavras gerenciamento estratégico e o blog aparece no topo da lista de resultados. O que, não deixa de ser um ótimo resultado, especialmente considerando que estas duas palavras são bastante comuns e difundidas nos ambientes de gestão empresarial.

No gráfico também é possível ver um ponto em destaque que foi resultado de um post sobre a gestão de comunicação onde o tema “Paradoxo de Abilene” foi abordado. Coincidentemente, este assunto fazia parte da prova de um concurso do BNDES. Novamente, o uso das palavras paradoxo abilene bndes também trás o blog no topo da lista dos resultados de busca do Google.

Então, para quem quer dividir suas ideias e experiências (em qualquer assunto que seja) através do ‘seu blog’ e, ser achado, aqui vão algumas dicas:

- Publique regularmente (ainda que sejam ideias simples). Não espere pelo post ‘sensacional’ para postar.

- Tags: coloque muitos, muitos tags mesmo em suas postagens. Isso ajuda as ferramentas de busca a acharem seu blog.

- Divulgue: no nosso caso, depois que já tínhamos um bom número de postagens, começamos a divulgar entre amigos, em listas de discussão das quais participávamos, etc.

- Comente: Comente outros blogs com o mesmo assunto que o seu. A frase “é dando que se recebe” funciona. Comente lá que alguém vai vir comentar cá. Além disso, você se atualiza e fica sabendo sobre o que é que estão falando na web sobre seu tema de interesse.

- ‘Linke-se’: Se um de seus posts faz referência ou tem um tópico relacionado a qualquer outro de seus posts, inclua o link. Isso ajuda no aumento dos page views e também facilita a pesquisa/leitura dos seus visitantes.

- Pesquise o que é SEO – Search Engine Optimization. Este tipo de abordagem ajuda as ferramentas de busca a te localizarem.

- Mantenha o foco: se o tema é gestão de projetos, não adianta publicar outros assuntos, sua audiência, especialmente aquela que é fiel ao seu blog, não voltou ali para saber de outros assuntos. Foco e objetividade.

- Altruísmo: seja um ‘blogueiro’ porque gosta, pois nem sempre você vai receber comentários e feedbacks sobre seu trabalho.

- Estatísticas: Escolher uma ferramenta (como o wordpress) que tenha ferramentas de análise estatística ajudam a acompanhar o desempenho do seu blog. Isso ajuda na motivação pessoal e no estabelecimento de metas (afinal, as métricas vão estar disponíveis). Por exemplo, agora em Novembro/2011 batemos nosso record de acessos diário e também do mês.

Finalmente, Volte Sempre. Sua visita é muito importante para nós. :)

Gerenciamento Estratégico

Dicas e Truques do Excel

Como acabei de assistir a uma ótima palestra/treinamento sobre “Aumento de Produtividade com Excel 2010″, achei interessante compartilhar com vocês o blog do instrutor.

http://marcoaureliocandido.wordpress.com

Além disso, ele também disponibiliza alguns vídeos pelo Youtube:

http://www.youtube.com/user/kikoaurelio

Outra fonte de consulta pode ser o Blog de John Walkenbach:

http://spreadsheetpage.com/index.php/blog

E seus livros:

http://www.amazon.com/s/ref=nb_sb_noss/182-2893401-1534851?url=search-alias%3Dstripbooks&field-keywords=john+walkenbach&x=0&y=0

Boa leitura!

Gerenciamento Estratégico

http://spreadsheetpage.com/index.php/blog

Trabalho em Equipe e o Paradoxo de Abilene

Não é novidade dizer que problemas de comunicação nas empresas e nas equipes de trabalho causam interferências nas organizações e, em especial, nos projetos.

Tornar a comunicação eficaz é um desafio diário. A interação entre os interlocutores através dos canais e ferramentas de comunicação disponíveis (reuniões, conferências telefônicas, workshops, etc.) e, principalmente, os problemas causados pelas barreiras da comunicação (tais como ruídos, bloqueios, filtros pessoais, interferências, pressupostos, preconceitos, etc.), tornam este desafio ainda mais complexo.

Neste contexto, quando falamos do trabalho de equipe nos projetos, um dos problemas que pode acarretar em falhas na comunicação é conhecido como Paradoxo de Abilene, descrito por Jerry B. Harvey. Em seu enunciado, Harvey diz que “o consenso que é formado por um grupo de indivíduos é oposto à vontade de cada um individualmente”.  Por exemplo, você pode não querer participar de um evento qualquer, ou não concordar com as decisões tomadas em grupo, mas, por acreditar que existe um concenso entre os demais, acaba por ceder e dar sua anuência no assunto (sem no entanto, realmente se comprometer devidament). Entretanto, quando as pessoas começam a interagir e a manifestar suas ideias e opiniões, é que se nota que todos (ou a grande maioria) não queria estar ali ou discorda das determinações estabelecidas.

Então, vamos tratar especificamente do ambiente de execução projetos e tomando como base uma reunião de início de projeto. Neste momento, onde temos maior liberdade para delimitar os objetivos mais adequados para o projeto (quando os impactos das mudanças no projeto são menores) de modo a atingir as expectativas dos stakeholders envolvidos, é extremamente importante que a comunicação entre as partes seja fluida e efetiva. Ou seja, é importante garantir que todos estejam ‘sintonizados’ e comprometidos com os planos que estão sendo desenvolvidos/estabelecidos.

Nesta hora de definições, onde é importante garantir que as demandas das partes interessadas sejam devidamente ententidas, e também que todos se comprometam com os objetivos do projeto, é que as habilidades de comunicação, negociação e integração do gerente tornam-se essenciais para garantir o sucesso do projeto.

Para isso, o gerente do projeto deve analisar todos os aspectos da comunicação que envolvem a transmissão e recepção da informação (mensagem). Entre estes:

  • O código utilizado: cuidar para que o idioma, jargão e gírias sejam devidamente entendidos por todos.
  • As culturas envolvidas: evitar que diferentes modo de pensar e interpretar a informação, causem desvios de entendimento;
  • A mensagem: garantir para que as informações (reports, acordos, etc.) sejam claros e objetivos. Além disso, pode lançar mão da utilização de diferentes recursos (textos, gráficos, tabelas) para tornar a mensagem bastante clara;
  • O método: a fala, a escrita, as apresentações, as reuniões, enfim, é preciso avaliar a complexidade e quantidade de informações e utilizar de diferentes métodos para transmiti-las;
  • A técnica: gestos, posturas, recursos (visuais, áudio). Quando o projeto conta com equipes dispersas geograficamente, a comunicação verbal requer especial cuidado;
  • Feedback: observar as reações ( fisionomias) e interesse da plateia é importante recurso de avaliação da efetividade da comunicação. Além disso, pode-se também solicitar que determinadas pessoas  manifestem seu entendimento (o que é bastante interessante quando existem equipes ‘virtuais’ envolvidas).

E como se prevenir ou evitar que situações parecidas com o Paradoxo de Abilene ocorram no seu projeto?

  • Proporcione um ambiente que incentive todos a expor suas idéias, garantindo que existe um correto entendimento da informação.
  • Garanta que todos sejam ouvidos. Solicite feedback de cada um.
  • Questione os “por quês” de cada opinião. O objetivo não é por em dúvida os argumentos, mas sim, fazer com que tudo seja devidamente apresentado e entendido.
  • Instigue e envolva os participantes de modo a garantir que o projeto tem efetivamente seu comprometimento com os objetivos.
  • Promova o debate. As discussões podem levar a um melhor entendimento dos aspectos do projeto sob diferentes pontos de vista.
  • Integre as idéias. Faça com que todas as opiniões se juntem para os objetivos comum do projeto.

Enfim, é preciso fazer da comunicação uma importante aliada para o sucesso do projeto, e não uma fonte de geração de problemas potenciais.

Livro: The Abilene Paradox and other Meditation on Management

Concurso: O Paradoxo de Abilene foi tema de um concurso do BNDES em Março/2011.

Giovani Faria

Meus posts

Top Posts – Gerenciamento Estratégico de Projetos

Hoje o Blog Gerenciamento Estratégico de Projetos atingiu a marca de 25 mil acessos.

Agradecemos aos visitantes pelo incentivo e vamos continuar nosso trabalho de dividir com vocês informações, experiências, opiniões e resultados relacionados à gestão de projetos.

Além disso, se você tiver alguma sugestão de assunto aderente ao nosso conteúdo, sinta-se à vontade par nos contatar.

Para ‘comemorar’, segue abaixo a lista dos posts mais acessados no último ano.

Novamente, obrigado.

Equipe Gerenciamento Estratégico de Projetos

Milestones (Post atualizado)

 

O post sobre Milestones foi atualizado.

Para acessar, clique: http://gerenciamentoestrategico.wordpress.com/2010/05/13/milestones/

 

 

O Sim, O Não e O Talvez

Por Giovani Faria

Enquanto gerente de projetos você deve ser frequentemente questionado, por exemplo:

  • a aceitar novos desafios (projetos para gerenciar)
  • a dar seu parecer/opinião sobre determinado assunto (problema) relacionado ao projeto
  • a fornecer sua visão de como pode (ou deve) ser o andamento do projeto
  • etc.

Assim, em um ambiente dinâmico de gerenciamento de projetos (projetos, portfólios e programas) a gama de demandas deve ser praticamente ‘infinita’, ou então, ser acima de sua capacidade física-mental-temporal de gestão.

Pois bem, quer seja nas ‘condições normais de temperatura e pressão – CNTP’, ou neste contexto onde você pode ser chamado a atender demandas prioritárias (ou urgentes) para a organização que representa, uma simples resposta SIM ou NÃO pode (e provavelmente, vai) fazer toda a diferença.

Existem vários posts na blogosfera ‘ensinando’ ao GP como dizer NÃO para diferentes ‘entidades’, como por exemplo:

  • a organização onde trabalha: rejeitando um novo trabalho ou um recurso (humano, infra, etc) para um projeto em andamento.
  • o sponsor do projeto: rejeitando o prazo estipulado para o projeto ou o orçamento previsto.
  • o cliente: negando atender a alguma demanda que possa provocar algum distúrbio no andamento do projeto (ou favorecer a ocorrência de um risco em potencial).
  • o time: barrando um pedido de férias, promoção, etc.

Novamente, as circunstâncias são várias e as consequências desse negativa (desse NÃO) podem ser catastróficas, senão, fontes de grandes dores de cabeça e longas discussões (e reuniões).

Por outro lado, simplesmente aceitar (dizer SIM) não é garantia da ausência de cefaléia e da necessidade, novamente, de muita conversa (e negociação) para deixar tudo nos trilhos novamente. Esse ‘inofensivo’ SIM pode, por exemplo, demandar um replanejamento de uma porção grande do projeto (já que você, por exemplo, teria aceitado antecipar uma entrega futura).

O TALVEZ parece, num primeiro momento, ser uma reposta um tanto quanto neutra, ou mesmo extremamente vaga e evasiva. Além disso, dependendo da maneira como é esta resposta é colocada na discussão pode ser, imediatamente, entendida como um SIM ‘disfarçado’, ou então, como um NÃO ‘cauteloso’.

O TALVEZ deve ser utilizado como uma estratégia de ganhar um pouco mais de tempo para a análise e coleta de informações e deve sempre vir acompanhado de um plano de ação. Por exemplo, a resposta poderia ser: “Vou verificar a informação xyz e solicitar uma posição do departamento xpto. Depois disso, até o meio da próxima semana, vou agendar uma reunião para fecharmos o assunto e decidir pela sua continuidade (SIM) ou NÃO.”.

Neste contexto, o TALVEZ é a ‘saída pela direita’, um subterfúgio estratégico para lhe permitir analisar melhor e ter mais dados, parâmetros e segurança para decidir (mesmo porque, em alguns casos, essa decisão pode exceder seu limite de autoridade e de responsabilidade).

Agora, embora você possa estar na posição da vidraça, onde é o alvo da maioria (senão de todas) as demandas, um bom artifício é procurar ‘virar o jogo’ a seu favor. Ou seja, com cuidado, lógica e estratégia, procurar fazer também perguntas, questionamentos e solicitações que, embora sejam pertinentes e visem atender de maneira mais completa (e profissional) a demanda inicialmente recebida, acaba por lhe proporcionar uma condição onde o lado requisitante, mesmo sendo a origem do ‘problema’ (demanda), é chamado a participar de forma ativa na solução.

Resumindo: o GP não deve, necessariamente, dizer SIM para tudo. Nem tampouco, dizer NÃO sempre. Pode até usar o TALVEZ como estratégia para ganhar tempo (e usar suas competências analíticas de forma mais estruturada). Entretanto, SEMPRE deve ter uma resposta (ou argumento) consistente, ou seja, mostrar que entende e está no controle da situação.

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Posts Relacionados:

Gerenciamento “Ovo de Colombo”

Por Giovani Faria

Hoje vi uma “twittada” do @gerentenobuteco onde é mencionada a expressão “Ovo de Colombo” que denota que algo que seria óbvio e, até mesmo trivial, desde que, alguém já tivesse feito (dito, conseguido, etc.).

Pois bem, com esta frase na cabeça comecei a me questionar sobre o que poderia ser o “Ovo de Colombo” do gerenciamento de projetos. Algo que, em princípio, ninguém tivesse afirmado, feito ou sequer conseguido.

Tarefa (ou ambição) bastante complexa esta. Então, para aproveitar a expressão, vou apresentar aqui algumas frases que, bem, não deixam de ser “Ovos de Colombo” (talvez, tenha criado aqui alguns neologismos).

Seguindo a sequência das áreas de conhecimento do PMBoK:

  • Gerencie a Integração COORDENADAMENTE.
  • Gerencie o Escopo CRITERIOSAMENTE.
  • Gerencie o Tempo CUIDADOSAMENTE.
  • Gerencie os Custos CONSERVADORAMENTE.
  • Gerencie a Qualidade METODICAMENTE.
  • Gerencie as Pessoas PACIENTEMENTE.
  • Gerencie as Comunicações FLUIDAMENTE.
  • Gerencie os Riscos PREVENTIVAMENTE.
  • Gerencie as Aquisições CONTRATUALMENTE.

Além disso, seguindo os grupos de processo:

  • Inicie CONJUNTAMENTE.
  • Planeje INTERATIVAMENTE e RECURSIVAMENTE.
  • Execute CONSISTENTEMENTE.
  • Monitore FREQUENTEMENTE.
  • Encerre DOCUMENTADAMENTE.

Obviamente que é necessário também avaliar CONSTANTEMENTE.

Giovani Faria

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