Congresso Internacional traz dicas de sobrevivência para o Gerente de Projetos

Congresso Internacional traz dicas de sobrevivência para o Gerente de Projetos

Um ambiente corporativo dinâmico e cada vez mais exigente demanda que os profissionais atuantes em Gerenciamento de Projetos saibam algumas técnicas para sobreviver em suas funções. Esse é o tema de André Ricardi, PMP e profissional do SENAC, no IV Congresso Internacional Six Sigma Brasil, que ocorrerá em 23 e 24 de maio de 2012.

Buscando mostrar as ferramentas para lidar com as situações críticas e cotidianas relacionadas à gestão de projetosl, bem como apresentar caminhos alternativos e quais os caminhos evitar, a palestra é uma das mais procuradas do evento. “Procuro propiciar a troca de experiências e de conhecimento, no sentido de auxiliar os profissionais a atingir resultados consistentes em seus projetos”, comenta André Ricardi.

Ele também comenta sobre a dificuldade de sobreviver como Gerente de Projetos diante de tantas pressões e resultados cada vez mais desafiadores. “Portanto, o que o profissional deve fazer para ter sucesso no cenário atual? Como sobreviver profissionalmente e entregar seus projetos dentro das expectativas dos interessados?”, questiona Ricardi, apresentando as problemáticas que serão abordadas em sua palestra.

Animado em participar do Congresso, o profissional vê o evento como “uma oportunidade ímpar de trocar experiências com colegas e estudantes associados ao gerenciamento de projetos”, finaliza.

Saiba mais sobre as palestras que estarão presentes no Congresso Internacional Six Sigma Brasil 2012. Acompanhe a grade do evento, temas, palestrantes e veja como inscrever-se por meio do portal: www.leansixsigma.com.br/congresso.

Six Sigma Brasil – A SIX SIGMA BRASIL Consultoria e Treinamento foi criada com objetivo de integrar organizações e profissionais e aperfeiçoar a eficiência e excelência na gestão das empresas brasileiras. A empresa agrega mais 8.800 associados atuantes na comunidade brasileira de profissionais interessados em discutir, compartilhar, fomentar conhecimento e buscar oportunidades de trabalho.

Para mais informações sobre os treinamentos da Six Sigma Brasil, acesse: http://www.leansixsigma.com.br.

Serviço:

IV Congresso Six Sigma Brasil 2012

Local: Centro Universitário SENAC

Campus Santo Amaro

Av. Eng. Eusébio Stevaux, 823

Santo Amaro – São Paulo – SP

Dias 23 e 24 de maio de 2012

The 12 Most Popular PMP Exam Preparation Tools

The 12 Most Popular PMP Exam Preparation Tools

By Cornelius Fichtner, PMP

 

If you are about to start studying for your Project Management Professional (PMP) exam, you’ll want to make sure your toolkit is bursting with things to help you on the journey to becoming a PMP. There are so many options to consider when looking at the study materials on the market that it can be difficult to know where to start.

 

First, don’t be overwhelmed by the choice. The tools that your colleagues and classmates are using may not be the right ones for you. How do you learn best? Choose study materials that will help you prepare for PMP certification in a way that best suits your learning style. You’ll also want to consider your budget. Don’t feel that you have to buy really expensive exam preparation tools. There are products on the market that are both efficient and cost effective. Reading what other students have to say about the study tools they use can also be helpful: check out independent review sites.

Still stuck for where to start? Here’s my guide to the top 12 most popular PMP exam preparation tools.

 

 1. PMI’s Guide to the Project Management Body of Knowledge (PMBOK Guide)

The PMBOK Guide is the workbench of PMP exam preparation tools. It’s the foundation that everything else is built on. This is the most “popular” study material simply because everybody has to read it for the exam! Remember that PMI members get a PDF copy for free.

 

2. PMP Exam Study Guides

These are also known as PMP exam prep books. They cover the same materials as the PMBOK Guide but in more accessible language. They often explain the concepts in ways that are easier to understand and to learn.

3. PMP Exam Courses

Training courses come in many varieties. You could attend a course online or in a classroom. You could study at your own pace or with an instructor. You could choose a boot-camp or to study over many weeks. Look for a PMP exam course that will give you the required 35 contact hours.

 

4. Exam Simulators and Free Questions

These are the torch in your toolkit, helping you shine a light on your weaker areas. Taking sample exams via an exam simulator will help you assess your readiness for the real thing. You can find free questions online, but these only go so far, so be sure to sign up for a professionally created simulator from a PMI Registered Education Provider. Some PMP exam study guides also come with a CD or DVD which contain questions.

 

5. Podcasts

Podcasts can be in audio or video format. A PMP podcast is very easy to carry around with you and has the benefit that you can listen to or watch it wherever you are. Some of these are so elaborate that they actually fall into PMI’s Category F (“distance learning”) for PMP Exam preparation courses and even offer 35 contact hours.

 

6. Flash cards

Flash cards allow you to study and memorize the concepts that you need to know for the exam. You can make your own and carry them with you at all times, so you can test yourself in spare moments. Another alternative is electronic cards that you can use on your phone.

 

7. Apps

Apps are becoming more and more popular and there are lots to choose from. For example, there are games that teach you the ITTOs, there are apps that teach concepts with mnemonics and others that test you with questions. Check out the iTunes app store for additional ideas.

 

8. Formula study guides

Study guides for PMP formulas are a precision tool. They will help you review and learn the formulas required for the exam in a way that makes it easier to recall them under pressure.

 

9. Lessons Learned

Don’t underestimate what you can learn from others. Talking to colleagues who already have their PMP certification can be an invaluable resource. If you can’t talk to anyone, read what others have to say about how they studied, what they studied and what their experience was like. You could also get a mentor to help you prepare, and learn from his or her experiences too.

 

10. PMI Chapter

This is the spirit level of the toolkit, helping you stay centered and motivated. Tap into your colleagues at your local PMI Chapter. They may have a study group that you could join. At a minimum, you’ll be able to talk to PMPs about how they managed their journey to PMP certification.

 

11. Brain dump sheets

A brain dump sheet is a way to recall information under exam conditions. It’s a personal study tool that you can shape to fit the way you study best, and it’s becoming more popular. Create a sheet of paper with all the key information on and then practice writing it out until it’s second nature. Then you simply have to do that in the exam and all the key information will be at your fingertips!

 

12. Internet forums

There is lots of information on internet forums – and many of them are free. Chat to other students about how their exam preparation is going, or ask advice from seasoned PMPs.

 

Whatever tools you choose, it is important to study regularly. Try to spend some time on your PMP studies every day. The study materials you buy should reflect the fact that you’ll be using them on a daily basis, so that might influence what you invest in. Tools like electronic versions of flash cards, books and guides are very portable and can be used whenever you have a spare moment.

 

Finally, studying for your PMP is a difficult job, so choose PMP materials that you enjoy using and find fun! That will make your revision more enjoyable and the PMP credential an achievable target.

 

About the author: Cornelius Fichtner, PMP is a noted PMP expert. He has helped over 16,000 students prepare for the PMP Exam with The Project Management PrepCast and offers one of the Best PMP Exam Simulators on the market.

Lean Healthcare: Uma abordagem para a geração de produtividade nos processos Hospitalares

Ampliando o tema de aplicação de ferramentas da área de qualidade e gestão, o IV Congresso Internacional Six Sigma Brasil, que ocorrerá em 23 e 24 de maio de 2012, diversifica a abordagem com o tema Lean Healthcare, abordando projetos no segmento da saúde.

Direcionado pelo facilitador Marcelo Rivas Fernandes, da White Martins, a palestra visa explicar sobre as ferramentas da metodologia Lean Six Sigma, que geram produtividade para qualquer empresa de diversos segmentos, como exemplo, sua aplicabilidade voltada para os processos hospitalares


Rivas explica que o Lean Healthcare possui o desafio de promover, cada vez mais, a participação de um público direcionado à assistência humana, como médicos, enfermeiras e gestores da saúde em geral, em Congressos e Seminários que falam de negócios e lucratividade para manterem os cuidados necessários ao paciente, mas também terem uma visão de produtividade objetivando a eliminação de desperdícios em seus processos internos.


O fundamento científico do profissional engloba uma válida experiência de 11 anos trabalhando com produtividade e em elaboração de Eventos Kaizen que objetivaram a melhoria contínua dos principais hospitais do país. Ele contará os cases vivenciados, que levaram mais produtividade à área da saúde. “As ferramentas de produtividade utilizadas na indústria podem ser, perfeitamente, utilizadas para melhorar os processos hospitalares”, conta.


Rivas confessa estar em completa sinergia com o tema foco do Congresso e conta que lá terá a oportunidade de ganhar grande visibilidade e exposição em um seleto grupo corporativo, propiciando a formação de um networking importante e compartilhando o conhecimento com diversas pessoas.


“Esse Congresso é, sem dúvida nenhuma, a disseminação do conhecimento real, contribuindo para que o Brasil seja uma nação composta de uma população ativa cada vez mais qualificada e competente”, finaliza Marcelo Rivas Fernandes.


Saiba mais sobre as palestras que estarão presentes no Congresso Internacional Six Sigma Brasil 2012. Acompanhe a grade do evento, temas, palestrantes e veja como inscrever-se e obter o desconto por meio do portal: www.leansixsigma.com.br/congresso.


Serviço:

IV Congresso Six Sigma Brasil 2012

Local: Centro Universitário SENAC
Campus Santo Amaro
Av. Eng. Eusébio Stevaux, 823
Santo Amaro – São Paulo – SP
Dias 23 e 24 de maio de 2012

Para mais informações sobre os treinamentos da Six Sigma Brasil, acesse: http://www.leansixsigma.com.br.

Informações para a imprensa - (11) 3976-0225 / 9781-2402 c/ Eliana Zani – Omnipress Comunicação Empresarial

Busque no Blog

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Para facilitar seu acesso aos diferentes assuntos postados no blog Gerenciamento Estratégico, utilize a ferramenta de busca. Basta escolher as palavras chave e localizar o assunto.

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@gerestrategico

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Rede de Contatos (Linkedin)

LinkedIn é uma rede (mundial) de profissionais que o ajuda a manter (e estabelecer) contatos, trocar conhecimentos, informações e oportunidades.

É uma boa opção para estabelecer sua ‘presença’ online, criar seu perfil, mostrar sua experiência através de seu CV, discutir assuntos de suas áreas de interesses nos grupos, seguir pessoas e empresas, procurar vagas, entre outros.

Em português, comece por aqui: http://br.linkedin.com/

Para aprender mais sobre a ferramenta e explorar melhor suas potencialidades acesse o link  (em inglês): http://learn.linkedin.com/

Learn About Site Features

Learn about all of the different features you’ll find on LinkedIn. From a brief overview to detailed tips, you’ll find them in this section.

User Guides

Learn about the different ways you or your colleagues can use LinkedIn. Start with the New User guide today!
The New User guide shows you how you can get the most out of LinkedIn in just three easy steps. Between building up your profile, recreating your “real-world” network, and then leveraging the knowledge, ideas, and opportunities that come from it, in about 10 minutes you’ll be set!

Giovani Faria

Meus posts

Outros Links:

Palestra: Ferramentas Open Source para Gerenciamento de Projetos

Palestra: “Ferramentas Open Source para Gerenciamento de Projetos

Senac Campinas (Link do Evento)

Objetivo
O mercado de software para gerenciamento de projetos apresenta hoje uma diversidade de soluções em função da própria demanda crescente provocada, nos últimos anos, pela profissionalização do papel do líder de projeto dentro das empresas.
Em função da crescente demanda provocada pela profissionalização da função de gerente de projeto, o mercado de software oferece uma diversidade de soluções de suporte e apoio às atividades de gerenciamento de projetos. Para organizações de porte médio e pequeno o custo associado à aquisição de ferramentas de apoio ao gerenciamento é proibitivo, neste contexto, ferramentas open source e gratuitas passam a ser uma alternativa ou, até mesmo, uma obrigatoriedade.

Palestrante
Valter Castelhano de Oliveira PMP
Doutorando em Engenharia POLI/USP, Mestre em Engenharia POLI/USP, Mestre em Sistemas de Informação PUCC, Bacharel em Ciência da Computação UFSCAR, 20 anos de experiência em gestão de projetos na área de TI, pesquisador do DesignLab/Poli-USP, gerente de projetos de P&D da FacTI, coordenador da pós-graduação televirtual em Gestão de Projetos da Uniderp/LFG e professor universitário da CEETEPS.

Local
SENAC – Campinas
Rua Sacramento, 490 – Auditório – Campinas – SP

Data: 23 de Agosto de 2011 – Terça-feira

Valem 2 PDUs. LIMITE DE VAGAS: 80

Horário Atividade
19:00 19:30 Credenciamento
19h30 19h45 Apresentação do PMI
19:45 21:00 Palestra: “Ferramentas Open Source para Gerenciamento de Projetos”
21h00 21:30 Perguntas e Avaliação

Preço:
R$ 40,00* para associados (pagamento antecipado)
R$ 60,00* para não associados (pagamento antecipado)
Data máxima para inscrição: 21 de Agosto ou até o término das vagas.
* Estacionamento não incluso na inscrição.

Inscrições:
- Os interessados deverão inscrever-se pelo site www.pmisp.org.br, acessando no menu o link “Agenda” em seguida escolhendo a opção “continuar lendo” e acessar o link “maiores informações”;
- A efetivação da inscrição dependerá da confirmação do pagamento;
- Não serão realizadas inscrições por telefone ou no local do Evento;
- Não serão realizadas reservas de vagas;
- Em caso de desistência, não haverá devolução da taxa de inscrição ou crédito da mesma para eventos futuros.

Observações e informações: Fone/Fax: (11) 5041-4144 / (11) 5531-1920

@gerestrategico

Análise – Ferramentas ‘Ágeis’ de gerenciamento

Neste post, vamos avaliar algumas ferramentas para controle de projetos Ágeis.

Para explicar o contexto dessa avaliação de ferramentas para metodologias ágeis, a motivação inicial foi a de identificar ferramentas aderentes a essas metodologias de trabalho para utilização por equipes situadas em diferentes localidades.

Ferramenta 1: Sprintometer

Esta é uma ferramenta (link) que pretende “ser uma ferramenta ágil, simples e poderosa para o gerenciamento de projetos SCRUM e XP (Extreme Programming)”. Nota: para mais informações, acesse o site ou o Guia da ferramenta.

Em sua versão freeware, o Sprintometer é uma ferramenta de fácil uso. Possui uma interface agradável e bastante completa. Entretanto, é mais adequado para o uso em projetos pequenos onde a equipe de projeto é reduzida e, preferenciamente, esteja localizada no mesmo site.

Além disso, uma única pessoa (o scrum master, por exemplo) deve ficar responsável pela atualização de todos os dados na ferramenta. Esta restrição pode sobrecarregar o responsável (que muitas vezes pode ser um dos membros da equipe de desenvolvimento) o que causaria impactos no projeto.

Outro ponto importante é que seu uso é adequado para o controle de sprints de forma isolada. Ou seja, para o controle do Product Backlog a ferramenta não está preparada. Neste caso, a ferramenta requer que o controle dos itens do product backlog que já foram alocados em algum sprint seja feita pelo responsável pelas atualizações (ex. scrum master).

Ferramenta 2: Agilo/Trac

O Agilo é uma ferramenta Open Source para controle de projetos Scrum, construída sobre a ferramenta de rastreamento de falhas (bug tracking) Trac. Essa ferramenta deve ser instalada em um servidor interno e dá acesso aos membros do time à todas as informações do projeto.

Por ser baseada no Trac a interface da ferramenta se dá através da criação de tickets; a cada ação é criado um ticket na ferramenta, da criação do backlog e atividades ao report de falhas encontradas (a ferramenta também possibilita o controle de bug tracking). Quando o usuário acessa a ferramenta ele tem acesso direto aos tickets pertencentes a ele,e econsegue ver o status geral do projeto. Cada membro do time consegue também apropriar-se determinada atividade durante o projeto,e deve reportar o status na própria ferramenta.

Outra característica interessante é a facilidade de adicionar informações complementares na própria ferramenta, uma vez que ela usa a estrutura Wiki. Com isso é possível acrescentar, no corpo do projeto, informações gerais do projeto, resultados de reuniões de review, etc.

A ferramenta também gera o burndown chart e dá uma visão macro dos milestones do projeto (também cadastrados como tickets).

Ferramenta 3: RTC (Rational Team Concert)

De acordo com a própria IBM (link): “O Rational Team Concert integra o rastreamento de itens de trabalho, controle de gerenciamento de código fonte, builds contínuos, planejamento iterativo, e suporte a processos altamente configuráveis, que permite a adaptação à maneira que você quiser trabalhar. Possibilitando que desenvolvedores, arquitetos, gerentes de projetos e ‘owners’ de projeto trabalhar juntos eficientemente”.

Em uma análise preliminar, embora a proposta da empresa seja bastante ambiciosa, a ferramenta parece ser bastante completa, podendo atender à todas (ou a grande maioria) as necessidades do projeto.

Vamos analisar as primeiras impressões, dificuldades e sucessos na sua utilização. Vale mencionar que neste momento estamos implementando seu uso em projetos piloto para posteriormente colocá-la em ‘produção’ na organização.

Depois de algumas reuniões onde a ferramenta foi apresentada e as expectativas foram discutidas, veio a fase de configuração. Como a ferramenta possui muitas possibilidades, definimos o setup mínimo necessário para utilização nos projetos. Aqui, procuramos estabelecer quais funcionalidades e configurações seriam mais intensivamente utilizadas.

A intenção de restringir o uso das funcionalidades foi a de provocar o mínimo de impacto possível no projeto. Isso porque, entendemos que a introdução das funcionalidades (e potencialidades) da ferramenta deveria ser feita de maneira gradual e incremental. Com isso, além de evitar problemas no andamento das atividades da equipe, procuramos reduzir as dificuldades da equipe quanto a aplicação da nova ferramenta e a resistência em aceitar as mudanças propostas.

O projeto piloto ainda está em andamento, entretanto já dá para notar que a ferramenta possui muitas funcionalidades e, ainda é preciso deixar a equipe se acostumar a ela.

Links:

Aplicativos para Gerentes de Projetos

Giovani Faria / Eamon Sousa

Projeto de Adoção do SCRUM

(see english version)

Como quase toda metodologia gerenciamento de projetos, num belo dia o SCRUM bateu à minha porta. Depois das apresentações iniciais, pareceu interessante e merecedor de atenção. Neste post, vou apresentar um pouco da minha experiência na introdução dessa metodologia.

Em princípio pareceu simples demais pra entender (alguns artefatos, cerimônias e funções). Bastava ‘quebrar’ os requisitos (que deviam ser priorizados) em partes menores e implementáveis. Pois bem, fácil demais até a hora de colocar a mão na massa e, principalmente, fazer com que um grupo de desenvolvedores entendesse e, principalmente, aceitasse os benefícios da nova metodologia. O grupo era relativamente novo na organização, mas, já havia se acostumado às metodologias tradicionais (waterfall).

No início formamos uma equipe (2 pessoas) pra entender a metodologia e propor uma estratégia de implantação da mesma na organização, onde os projetos piloto seriam com uma equipe de desenvolvimento de projetos rápidos.

Estudo pronto e plano estabelecidos, passamos para a implementação da metodologia. Começamos com uma palestra de apresentação da metodologia e depois apresentamos uma proposta de utilização do Scrum. Logo na apresentação da metodologia já surgiu a primeira resistência. Uma das pessoas já ‘tinha ouvido falar’ que com essa metodologia aumentava a pressão sobre a equipe. Neste momento já foi possível perceber o ‘mal’ que a atribuição de tarefas longas (de 1, 2 semanas ou, até mesmo, com meses de duração) havia provocado. Afinal, com a metodologia ágil, praticamente todos os dias é esperado progresso na atividade, ou até mesmo, algo a ser entregue.

Num primeiro momento, não posso dizer que já utilizávamos o SCRUM em sua plenitude; talvez fosse um Scrumfall ou um Waterscrum. Focamos em alguns aspectos essenciais, como a quebra dos requisitos em porções menores, de curta duração (1-2 dias). Outra adaptação inicial foi a realização das ‘quase’ daily meetings 2 ou 3 vezes por semana, pra não forçar muito a barra no aumento ‘pressão’, como foi interpretada de início. Com isso, a equipe foi tendo tempo para se acostumar ao novo estilo de trabalho e quebrar a resistência inicial.

O grupo foi se adaptando e, a cada novo projeto (que durava em média de 1 a 2 meses), fomos reforçando mais os aspectos da metodologia. Além disso, para aplicar outros aspectos da metodologia passamos a utilizar uma ferramenta free (sprintometer). Com ela, além de facilitar a visualização do status dos itens do product e sprint backlog, a equipe passou a se interessar pela medida de sua velocidade. Neste ponto do processo de implantação da metodologia a equipe já sentia os benefícios da metodologia e já contribuía de forma ativa na sua utilização.

Então, para quantificar de forma mais objetiva a utilização da metodologia, realizamos:

  • uma enquete onde um conjunto de questões foi enviado para o grupo. 
  • uma reunião de avaliação (que podemos chamar de retrospectiva do projeto de implementação da metologia). Nesta reunião, todos foram incentivados a debater sobre os benefícios e problemas na utilização da metodologia.

O resultado geral foi excelente. A equipe se sentiu mais motivada. O comprometimento também aumentou já que todos influenciavam de forma mais direta o andamento do trabalho. E a equipe criou uma dinâmica de atribuição de atividades bastante intensa, com foco nos resultados.

Para sumarizar, algumas Perguntas e Respostas.
P: Quanto tempo durou tudo isso? Digo, este projeto de implantação da metologia Scrum.
R: Entre 12-18 meses (incluindo estudo inicial, treinamento e projetos piloto).

P: Dificuldades durante o processo?
R: Entendimento da essência do SCRUM. Resistência às mudanças. Adaptação da metodologia ao ambiente organizacional. Implementação de técnicas de estimativas. Adaptação das interfaces com os demais processos organizacionais (que se mantiveram inalterados).

P: O que veio depois?
R: Primeiro foi o treinamento formal Certified Scrum Master. Depois foi a avaliação de outras ferramentas de controle (Trac e RTC).

P: Estado atual?
R: SCRUM amplamente disseminado na organização. E agora, está sendo introduzido o uso do RTC (Rational Team Concert).

P: Próximos passos?
R: Melhoria contínua dos processos internos da organização para aumentar a produtividade e melhorar a qualidade.

Giovani Faria

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Gerenciamento do Tempo

Neste post, diferentemente do que o título possa sugerir, quero abordar o gerenciamento do tempo do gerente de projetos e não o gerenciamento das atividades do projeto (prazos, cronogramas, etc.). Em especial, quero abordar o assunto de gestão pessoal do tempo quando falamos do gerenciamento de vários projetos simultâneos.

A motivação veio principalmente pela necessidade de organizar melhor tempo para a gestão de diversos projetos simultâneos. Com esta demanda de gerenciar todas as atividades de um portfolio de projetos acabei por incluir no meu Twitter a seguinte frase: “Instantaneous Management, uma maneira de aumentar o throughput.”. Além disso, vi uma das mensagens de José Finnochio, também no twitter, que dizia “Superei OnePage Project management. Acabei de Inventar o Twitter Project Management (TPM).Todo plano tem q caber em 140 caracteres.”.

Com tudo isso, comecei a me questionar em como manter o controle dos projetos, mantendo todos artefatos (planos, relatórios, etc.) atualizados, fazendo uso das melhores práticas de gerenciamento e garantindo o alinhamento com a estratégia organizacional, sem perder a aderência aos processos/padrões organizacionais.

Explorando um pouco mais cada um dos termos destacados acima:

  • Manter o controle dos projetos: saber o que entregar (escopo), quando entregar (prazo), quem são os responsáveis (pessoas), gerenciar os riscos, manter a comunicação, satisfazer stakeholders, etc . Entretanto, todas essas informações são normalmente inseridas nos planos dos projetos, que seguem os processos organizacionais que, por sua vez, estabelecem o fluxo de trabalho. Para este controle procuro ter listados (em uma lista de action points, post it, anotações, etc.) todas as atividades que devem ser realizadas ao longo do dia. Esta lista, obviamente, deve ser revista/atualizada diariamente.
  • Utilizar as melhores práticas: embora guias como o PMBoK não exijam que todos os seus processos sejam utilizados, e que planos de projeto devam ser atualizados constantamente, fazer uso das melhores práticas para múltiplos projetos pode se tornar uma tarefa quase impossível levando-se em consideração a velocidade dos acontecimentos e as demandas sobre o gerente dos projetos. Com a experiência, o uso de práticas de sucesso acaba por se tornar uma rotina. Entretanto, no início, é preciso seguir a literatura disponível ou, por exemplo, criar checklists de atividades a serem realizadas.
  • Aderência aos processos organizacionais: o seu uso busca essencialmente a padronizações interna e garantia da qualidade do gerenciamento do projeto (controle e uso de melhores práticas) enquanto, por exemplo, atende a certificações como ISO e CMMi. Este é um ponto que pode criar certa dificuldade uma vez que não é da competência do gerente de projeto decidir sobre alterações nos fluxos de processos organizacionais. Ele pode sim, com o uso, sugerir melhorias ou mudanças, mas a decisão sobre aceitar essas propostas e implementá-las em toda organização é de responsabilidade, por exemplo, do PMO ou da área de processos, ou ainda, do EPG (Engineering Process Group – CMMi).

Cada metodologia/ferramenta de gestão das atividades do gerente de projeto possui características que podem se adequar em menor ou maior grau às suas necessidades. Todavia, para dificultar ainda mais a obtenção do resultado esperado, além de considerar a organização no atendimento às demandas dos projetos, esse ferramental deve considerar as restrições e demandas dos processos internos e da estratégia organizacional.

Para completar, dentre os diversos títulos disponíveis que tratam do tema, encontrei um que descreve de um método chamado de “Get Things Done” do autor, David Allen, que diz “…Só quando nossas mentes estão claras e nossos pensamentos organizados é que podemos atingir a produtividade sem estresse e liberar o nosso potencial criativo…”.

Além desse, diversas outras ferramentas e metodologias procuram resolver o problema de como conseguir organizar-se para obter o máximo de produtividade e resultados. Uma dessas ferramentas que pretende auxiliar na solução desse problema é a Toodledo cujo slogan diz : “An easy to use, online to-do list. Get organized, stay motivated, and be more productive”.

O uso dessa, ou de qualquer outra ferramenta, para servir ao propósito de auxiliá-lo no gerenciamento de atividades,  passa pela análise:

  • dos prazos de entrega
  • das prioridades das atividades
  • das estimativas de esforço (tempo) necessário para a conclusão

Entretanto, o grande desafio é integrar tudo isso com suas metas (pessoais e profissionais).

Giovani Faria

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Ps.: Um link interessante para acessar: http://www.linkedin.com/groupAnswers?viewQuestionAndAnswers=&discussionID=17423495&gid=1812399&trk=EML_anet_qa_ttle-d7hOon0JumNFomgJt7dBpSBA

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