Chamada de Artigos – 12o Seminário Internacional em Gerenciamento de Projetos

CHAMADA DE ARTIGOS
 Convidamos os professores da academia, mestrandos, doutorandos e outros profissionais que pesquisam ou atuam na área de gerenciamento de projetos a participarem da 12a. Edição do Seminário Internacional em Gerenciamento de Projetos, organizado pelo capítulo do PMI São Paulo, apresentando seus artigos com suas experiências, casos de sucesso, metodologias desenvolvidas e lições aprendidas. Consideramos sua contribuição acadêmica um fator fundamental para o desenvolvimento de toda nossa comunidade de gerenciamento de projetos.
Aproveite esta oportunidade e tenha seu artigo publicado num dos eventos mais importantes do Brasil, reconhecido internacionalmente pela organização e qualidade de suas palestras.
 
O período de submissão inicia em 19/4/2012 e termina em 30/5/2012. Para maiores informações sobre regras de participação, prazos e formatação dos artigos, visitem nosso site:
 
Você pode colaborar com sugestões de temas e palestrantes clique aqui.

Palestra – Gerenciamento de Projetos – Carreira do Futuro

http://www.creasp.org.br/noticia/tecnologia/2012/03/27/gerenciamento-de-projetos-a-carreira-do-futuro-hoje/395

 (clique na imagem para se inscrever)

 

 

Palestra: “Gestão de Valor Agregado para Programas e Portfólios”

Palestra: “Gestão de Valor Agregado para Programas e Portfólios”
Revolucionando o gerenciamento dos benefícios e do retorno do investimento

(Programa “EVENTOS TÉCNICOS” PMI SÃO PAULO)

Objetivo:

Os modelos de negócio da atualidade estão cada vez mais baseados no paradigma da gestão por projetos.  Seja através de projetos de conceção, desenvolvimento e comercialização de novos produtos e serviços no mercado, seja através de projetos internos de melhoria contínua de processos e competências, os objetivos estratégicos das organizações são realizados atualmente através de projetos. Este novo modelo de gestão do negócio requer a utilização de métricas adequadas para o estabelecimento de objetivos mensuráveis (management by objetives) e para o monitoramento e controle do desempenho estratégico. Por outro lado, a estruturação dos projetos de uma organização segundo um modelo top-down de projetos, programas portfolios (o modelo P3), constitui atualmente a abordagem de referência para a gestão do negócio. O método de Earned Value Management (Gestão do Valor Agregado) tem oferecido aos gestores de projetos a ferramenta ideal para a medição do desempenho de um projeto contra os seus objetivos de escopo, custo e tempo, sendo sabido que as métricas tradicionais de controlo de gestão baseadas na perspetiva de áreas funcionais mostraram-se inadequadas.  De igual modo, tanto a gestão de programas como a gestão de portfolios requerem um conjunto de métricas especializadas, que deverão estar por seu lado integrado com as métricas de gestão de projeto.  Com base em mais de uma década de experiência na implementação do Earned Value Management nos mais variados tipos de projetos e indústrias em diferentes partes do mundo, o autor desenvolveu um modelo para a gestão a gestão estratégica de projetos, programas em portfolios – o EVM Strategic Model (EVM-SMTM) – baseado na extensão do método de Earned Value a vários domínios como a gestão de risco, a gestão da qualidade, a gestão de recursos humanos, a gestão de benefícios e a análise do desempenho estratégico através de balanced scorecard.  Neste seminário, será feita uma breve apresentação deste modelo, o qual será publicado em 2012 numa obra de dois volumes que está atualmente em produção, pela Gower Publishers(*).

Palestrante:
Alexandre G. Rodrigues: Lic. Eng. PhD Prof. PMP, Licenciado em Engenharia de Sistemas e Informática pela Universidade do Minho, doutorou-se em Gestão de Projectos pela Universidade de Strathclyde (Reino Unido).  T

Local: UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU – USJT – Campus Butantã.
Avenida Vital Brasil, 1.000 – Butantã

Data: 28 de março de 2012 – Quarta-feira

Horário Atividade
19:00 19:30 Credenciamento
19h30 19h45 Apresentação do Instituto de Gerenciamento de Projetos – PMI
19:45 21:00 Palestra: “Gestão de valor agregado para programas e portfólio”
21h00 21:30 Perguntas e Avaliação

Preço:
R$ 30,00* para associados do PMI São Paulo (pagamento antecipado)
R$ 60,00* para não associados do PMI São Paulo (pagamento antecipado)

Data máxima para inscrição: 23 de março ou até o término das vagas.

* Estacionamento não incluso na inscrição.

Inscrições:

  • Os interessados deverão inscrever-se pelo site www.pmisp.org.br, acessando no menu o link “Agenda” em seguida escolhendo a opção “continuar lendo” e acessar o link “maiores informações”;
  • A efetivação da inscrição dependerá da confirmação do pagamento.
  • Não serão realizadas inscrições por telefone ou no local do Evento.
  • Não serão realizadas reservas de vagas.
  • Em caso de desistência, não haverá devolução da taxa de inscrição.

Observações e informações: Fone/Fax: (11) 5041-4144 / (11) 5531-1920

pmisp@pmisp.org.br– www.pmisp.org.br

Valem 2 PDUs. LIMITE DE VAGAS: 70

Seminário Internacional – 17 a 19 de Set/2012

Você sabe o que é OODA?

OODA – Observar, Orientar, Decidir, Agir

http://computerworld.uol.com.br/gestao/2011/11/11/gerenciamento-de-projetos-e-fator-chave-para-empresas/

http://cio.uol.com.br/gestao/2011/11/10/esqueca-o-que-voce-achava-que-sabia-sobre-gerenciamento-de-projetos/

http://en.wikipedia.org/wiki/OODA_loop

Boa Leitura!

Gerenciamento Estratégico

Palestra: “A Comunicação na Gestão de Projetos”

Programa “EVENTOS TÉCNICOS” – PMI São Paulo

Palestra: “A Comunicação na Gestão de Projetos”

Objetivo:

Segundo o Benchmarking do PMI (2009), a comunicação é a habilidade que as empresas consideram mais deficientes nos gerentes de projetos e também o problema que ocorre com mais frequência na Gestão de Projetos. A comunicação dos projetos pode ter mais a ver com Conflitos, falhas na integração, não cumprimento do cronograma, desvios de escopo e outros diversos problemas do que se supõe.

Serão apresentados dados que mostra que, apesar de ciente dos números de diversas pesquisas, as empresas gastam mais tempo e trabalho em outras áreas que, apesar de importantes, não têm gerado o retorno esperado.

Tendo como base o capítulo do Guia PMBOK que trata do Gerenciamento da Comunicação, diversas pesquisas do PMI e outras da Comunicação Empresarial, a palestra tem a finalidade de auxiliar o gerente de projetos numa visão integrada das necessidades, apresentando informações da Comunicação Empresarial e da Comunicação Social que podem colaborar como apoio especializado nos projetos. De problema a comunicação pode auxiliar na melhora da qualidade dos trabalhos e minimizar insatisfações. A Comunicação é como o sistema circulatório que leva oxigênio e expurga resíduos.

A palestra coloca a comunicação dos projetos como acessível a todas as pessoas, como uma área acadêmica não como um dom. Quebrando o paradigma de que somente pessoas mais extrovertidas é que podem ser boas comunicadoras.

Palestrante: Airton Molena

  • Autor do livro, A Comunicação na Gestão de Projetos, pela editora Ciência Moderna. Pós-Graduado em Gestão de Projetos e Comunicação Corporativa. Graduado em Análise de Sistemas e em Comunicação Social, habilitação em Jornalismo e licenciatura em Filosofia. Trabalha como Analista de Negócios na PRODAM Empresa de TIC do município de São Paulo. Professor por mais de 10 anos no ensino médio e superior.

Local: Veris/Metrocamp/IBTA – Campinas (link)

  • Rua Dr. Sales de Oliveira, 1661 – Vila Industrial, perto da rodoviária nova

Data: 09 de novembro de 2011 – Quarta-feira.

Agenda:

Horário Atividade
19h00 19h30 Credenciamento
19h30 19h45 Apresentação do PMI
19h45 21h00 Palestra: “A Comunicação na Gestão de Projetos”
21h00 21h30 Perguntas e Avaliação

Preço:

  • R$ 40,00* para associados (pagamento antecipado)
  • R$ 60,00* para não associados (pagamento antecipado)

Data máxima para inscrição: 07 de Novembro ou até o término das vagas.

* Estacionamento não incluso na inscrição.

Inscrições:

  • Os interessados deverão inscrever-se pelo site www.pmisp.org.br, acessando no menu o link “Agenda” em seguida escolhendo a opção “continuar lendo” e acessar o link “maiores informações”.
  • A efetivação da inscrição dependerá da confirmação do pagamento;
  • Não serão realizadas inscrições por telefone ou no local do Evento;
  • Não serão realizadas reservas de vagas;
  • Em caso de desistência, não haverá devolução da taxa de inscrição ou crédito da mesma para eventos futuros.

Observações e informações: Fone/Fax: (11) 5041-4144 / (11) 5531-1920

pmisp@pmisp.org.brwww.pmisp.org.br

Valem 2 PDUs. LIMITE DE VAGAS: 100

Dia Internacional do Gerenciamento de Projetos

Olás,

Hoje é o Dia Internacional do Gerenciamento de Projetos. Parabéns GPs.

Algumas informações interessantes no blog Papo GP:

http://papogp.com/2011/10/28/comemore-o-dia-internacional-do-gerenciamento-de-projetos-e-ganhe-ate-12-pdus/

Gerenciamento Estratégico

Classificação de Projetos

 

Classificação de Projetos

Segue uma sugestão de leitura sobre como fazer a classificação (bem-humorada) dos projetos problemáticos:

http://elirodrigues.com/2011/10/13/modelo-bem-humorado-para-classificacao-de-projetos-problematicos/

Boa Leitura!

@gerestrategico

Metodologia ágil ou tradicional: porque não as duas?

Os modelos ágeis de gestão vem ganhando cada vez mais espaço nas organizações, mas nem sempre são bem aceitas ou entendidas por gerentes/executivos acostumados com o gerenciamento de projetos no modelo tradicional (em cascata, ou waterfall). As discussões sobre vantagens e desvantagens de cada modelo são, muitas vezes, inflamadas e polarizadas, onde cada um dos lados tenta doutrinar o outro.

Por mais que cada modelo ofereça uma série de vantagens e desvantagens (que devem ser avaliadas por cada organização e, mais especificamente, cada tipo de projeto) o que eu tenho visto é que a implementação “pura” de um modelo ou de outro é muito rara. Poucos são os lugares onde o gerenciamento do projeto segue dogmaticamente os preceitos (“boas práticas”) listadas no PMBoK ou que executem todos os seus projetos usando Scrum, por exemplo. Se olharmos criticamente um conjunto de projetos de determinada empresa é muito provável que vejamos a utilização de práticas de ambos modelos.

O objetivo desse post é compartilhar uma experiência onde tive a oportunidade de trabalhar com os dois modelos simultaneamente no mesmo projeto, e discutir sobre os ganhos percebidos, dificuldades encontradas e adaptações (tailoring) necessárias.

Histórico do projeto

O projeto tratava do desenvolvimento de uma inovação em um produto do cliente, cuja janela de inserção no mercado era bem definida (e restrita). Os requisitos do sistema, por sua vez, eram bastante complexos, e ainda não totalmente especificados (o que ocorreu ao longo do projeto).

Devido à importância estratégica do projeto o cliente necessitava validar entregas parciais e ter algumas funcionalidades implementadas em versões de demonstração do produto para ser utilizado em “Road Shows”. Assim, uma das ações para garantir a execução desse trabalho foi o estabelecimento de um contrato para a alocação de um time de tamanho fixo durante um período determinado.

Considerando as características do projeto o modelo de desenvolvimento escolhido foi o Scrum, uma vez que este permitiria tratar o desenvolvimento do produto de forma incremental e ainda assim garantir a qualidade do produto e do processo (outro requisito importante para o cliente).

No entanto, apesar de entender o funcionamento do modelo “puro” do Scrum o cliente demandou um acompanhamento nos moldes tradicionais, considerando um projeto “waterfall” e artefatos previstos no modelo de maturidade CMMi. Com isso, por exemplo, foram criados o cronograma macro de entregas descrito em um gráfico de Gantt, algumas métricas de acompanhamento de valor agregado e relatórios de status semanais.

Desafios

Em virtude dessa gestão “mista” foi necessário avaliar processos e práticas das duas correntes de pensamento e avaliar criticamente o uso das mesmas no projeto, tendo em mente a não duplicação do trabalho e a otimização do tempo e esforço para a gestão do projeto, com a garantia do atendimento das expectativas dos stakeholders.

Como resultado dessa análise alguns processos tiveram de ser adaptados. Já alguns outros continuaram a ser executados da mesma maneira, uma vez que o resultado produzido era o mesmo ou não apresentava diferenças significativas usando um dos métodos.

Os ajustes no processo foram sendo feitos e validados com o cliente ao longo do projeto, com o consequente mapeamento das práticas e grupos de processos de modo a gerenciar o projeto de forma eficiente.

A prática 

As principais disciplinas exercidas durante o projeto estão listadas a seguir, juntamente com uma explanação de como elas foram executadas.

Gestão do escopo

O escopo do projeto foi dividido em pacotes de trabalho, sendo que cada requisito foi detalhado pelo analista de requisitos para a criação do product backlog do projeto. No entanto, diferentemente de um projeto ágil puro, toda a quebra dos requisitos em estórias e atividades foi feita durante o planejamento do projeto e o backlog resultante foi usado como guia para o planejamento das iterações (sprints).

Quaisquer mudanças nos requisitos do projeto, seja por entendimento dos mesmos ou por alteração do escopo original, foram tratadas através de um procedimento de “Solicitações de Mudança” (Change Requests), onde as mudanças eram analisadas, detalhadas e incluídas no product backlog.

Gestão do cronograma

Apesar do projeto ter sido executado usando Scrum o conteúdo de cada iteração foi definido com base na priorização do backlog feita pelo Product Owner ainda durante a fase de planejamento. Como o conteúdo de cada iteração estava, em grande parte, definido de antemão a reunião de planejamento de cada sprint focava no balanceamento de volume de trabalho (esforço) e força produtiva disponível (capacidade), além de fazer adaptações necessárias na velocidade do time e incorporação de atividades remanejadas de outros sprints.

Como o Gerente de Projetos do cliente precisava ter visibilidade do projeto como um todo, foi criado um cronograma no MS-Project para acompanhar a execução de cada requisito, sendo que os milestones definidos continham um subconjunto de requisitos que seriam implementados. O cronograma era acompanhado com base no progresso dos sprints, e servia como referência para coleta de métricas do projeto.

O acompanhamento do projeto se dava tanto pelo cronograma de funcionalidades quanto pelo gráfico de burndown de cada sprint. Os dados do cronograma eram usados para informar o progresso do projeto como um todo, enquanto o burndown indicava o progresso de cada sprint.

Gestão do custo

Como o time de projeto era fixo a gestão dos custos do projeto limitou-se ao controle de despesas, o que simplificou a tarefa. Os índices de valor agregado derivavam diretamente dos dados inseridos no MS-Project.

Gestão da comunicação

O plano de comunicação foi criado no início do projeto após a identificação de todos os stakeholders. Para cada tipo de informação a ser divulgada foi definida a periodicidade e sua audiência, bem como o propósito e o responsável pela coleta e divulgação de cada informação. O time de projeto era informado regularmente através das reuniões diárias e demais cerimônias (planning, review) do sprint. Já a alta gerência e o cliente eram informados através de relatórios semanais de progresso.

Um mapa com papéis e responsabilidades de cada stakeholder foi criado e divulgado, de modo a tornar público todos os canais de informação do projeto.

Gestão de riscos

O processo de identificação e análise qualitativa dos riscos, bem como o planejamento de resposta aos mesmos, seguiu o processo tradicional, com o uso de uma planilha de acompanhamento atualizada semanalmente, sendo que o time e demais stakeholders eram envolvidos no processo através das reuniões diárias, reuniões periódicas de status e cerimônias do Scrum.

Gestão da qualidade

O projeto seguiu um processo de desenvolvimento aderente ao CMMi e foi acompanhado por um analista da área de Qualidade, que auditava periodicamente (a cada final de sprint) as entregas (artefatos) do mesmo. A qualidade era garantida através da criação e acompanhamento de itens de “Não Conformidade” em ferramenta específica, que eram enviados ao cliente mensalmente.

Gestão de RH:

A alocação de pessoas foi facilitada pelo fato do time ter um tamanho fixo ao longo de todo o projeto. Como a estrutura da empresa é do tipo matricial o gerente funcional era responsável pela alocação das pessoas, mas uma vez definido o time com as habilidades necessárias (com base no escopo definido) o esforço de gestão foi reduzido, limitando-se ao planejamento e controle de ausências ocasionais e períodos de férias, bem como, obviamente, ao acompanhamento do desempenho dos membros da equipe.

Gestão de aquisições:

Não foi necessário durante o projeto.

Conclusão

A amostra de projetos executados com essa metodologia é pequena e limitada aos projetos que eu gerenciei para esse cliente específico mas, apesar do trabalho inicial de análise ter tomado algum tempo, os resultados foram bastante satisfatórios.

O gerente de projetos do cliente ficou satisfeito por ter a visibilidade que precisava, e os produtos dos projetos foram entregues no prazo e com qualidade necessária. Um resultado adicional, que comprova a eficiência do modelo, é que ele tem sido adotado inclusive por outros parceiros com quem esse cliente executa projetos.

E você, tem alguma experiência desse tipo?

Eamon Sousa

Posts relacionados:

Palestra: ”As dificuldades comportamentais do GP – Vencendo o Desafio” (Campinas)

Palestra: ”As dificuldades comportamentais do GP – Vencendo o Desafio”

(Senac – Campinas)

Objetivo:
Se colocarmos em uma planilha todas as atividades do Gerente de Projetos veremos ao fim do dia que a maior parte delas não é de natureza técnica, mas que exigem uma boa experiência no comportamento humano, isto é, a maioria dos problemas enfrentados por um Gerente de Projetos é de natureza comportamental (ou humana) e não técnica.
De um modo geral a dificuldade do Gerente de Projetos para coordenar atividades não técnicas é muito grande, pois, com raras exceções, a sua formação é eminentemente técnica e os chamados soft skills são conceitos de menor familiaridade.
Para contornar esta deficiência comum em sua formação, o Gerente de Projetos necessita fazer um trabalho de autoconhecimento e comparar com uma relação de soft skills essenciais para a função. Com o conjunto dos gaps encontrados deverá montar um projeto próprio para incorpora-los ao seu comportamento.

Palestrante:
Cleyson Dellcorso
Tem formação em engenharia e filosofia e suas atividades estão relacionadas com gestão de pessoas, aprimoramento de comportamentos, palestras e treinamentos, além de atuar em Coaching. É especialista em liderança pelo Haggai Advanced Leadership Institute (Cingapura) e instrutor do mesmo Instituto. É professor de liderança e motivação no curso de pós-graduação em gestão de projetos (PMI) do Instituto Brasileiro de Tecnologia Avançada do grupo IBMEC.
Cleyson Dellcorso especializou-se em Coaching para profissionais da área de projetos.

Local:
SENAC – Campinas
Rua Sacramento, 490 – Auditório – Campinas – SP

Momento: 20 de Outubro de 2011 – quinta-feira

Horário
Atividade
19:00
19:30
Credenciamento
19h30
19h45
Apresentação do PMI
19:45
21:00
Palestra: ”As dificuldades comportamentais do GP- Vencendo o desafio”
21h00
21:30
Perguntas e Avaliação
 

Preço:
R$ 40,00* para associados(pagamento antecipado)
R$ 60,00* para não associados(pagamento antecipado)

Data máxima para inscrição: 18 de Outubro ou até o término das vagas.
* Estacionamento não incluso na inscrição.
Inscrições:

  • Os interessados deverão inscrever-se pelo sitewww.pmisp.org.br, acessando no menu olink “Agenda” em seguida escolhendo a opção “continuar lendo” e acessar o link “maiores informações”;
  • A efetivação da inscrição dependerá da confirmação do pagamento;
  • Não serão realizadas inscrições por telefone ou no local do Evento;
  • Não serão realizadas reservas de vagas;
  • Em caso de desistência, não haverá devolução da taxa de inscrição ou crédito da mesma para eventos futuros.

 

Observações e informações: Fone/Fax: (11) 5041-4144 / (11) 5531-1920
pmisp@pmisp.org.br www.pmisp.org.br

Valem 2 PDUs. LIMITE DE VAGAS: 80

 

Palestra: ”As dificuldades comportamentais do GP – Vencendo o Desafio”

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