Mind Mapping the PMBoK

A técnica de Mind Mapping é usada primordialmente para representar ideias, conceitos, tarefas ou qualquer outra entidade onde uma representação visual e ramificada parte de uma ideia central. Em outras palavras, esta técnica nada mais é do que um método gráfico de se tomar notas.

O Mind Mapping é usado em diferentes áreas do conhecimento humano, e na disciplina de Gerenciamento de Projetos não poderia ser diferente. O Guia PMBOK® (4ª Edição) lista o Mind Mapping como uma ferramenta do processo Coletar os Requisitos (Gerenciamento do Escopo), e é categorizado como parte das Técnicas de Criatividade em grupo.

Valendo-se do potencial do Mind Mapping em representar conceitos e idéias, por que não utilizá-lo para entendermos os conceitos apresentados no próprio PMBOK®?

Partindo-se deste proposta, e também baseando-se num post anterior neste blog com objetivo semelhante, o autor usou esta poderosa técnica para organizar, em grupos de Processos, os 42 processos listados no PMBOK® (4ª Edição) baseando-se também em conceitos listados no livro “Preparatório para o Exame PMP ®”, 6ª Edição, da RMC Publications.

Abaixo, os Mapas Mentais dos cinco Grupos de Processos:

Iniciação

Planejamento

Execução

Monitoramento e Controle

Encerramento

Para acessar os arquivos Freemind de cada um dos Grupos de Processos:

Matheus Reis, PMP – Experienced Project Management Professional with 11 years experience in multi-national companies, having worked in different types of organization and in different areas (Regional Project Office, Global Services, R&D Centre, Warranty Office).  Broad range of national and international experience managing and deploying successful projects.

Mapas Mentais do PMBoK

Vi no blog do amigo Eli Rodrigues uma postagem interessante sobre maneiras diferentes de entender o PMBoK.

Neste post ele apresenta os mapas mentais de diferentes aspectos do PMBoK.

Recomendo a leitura:

http://elirodrigues.com/2012/01/15/mapas-mentais-do-pmbok/

 

Gerenciamento Estratégico

Giovani Faria

Palestra: “Formação de Preço em grandes Projetos”

Programa “EVENTOS TÉCNICOS” – PMI São Paulo

Palestra:

“Formação de Preço em grandes Projetos – A importância na estratégia das organizações”

Objetivo:

O objetivo é traçar um paralelo entre as formas de precificação dos produtos e como isso influencia o produto gerado e, por consequência, a organização executora e suas estratégias.

  • Definição e classificação de custos
  • Planejamento de custos (PMBOK)
  • Evolução dos preços no Brasil
  • Técnicas de formação de preço
  • Interação entre formação de preço e planejamento de custos
  • Project Finance / PPP (Parceria Pública Privada)

Palestrante: Rogério Abdala Giacometti, MSc

Membro e um dos fundadores do Branch do Vale do Paraíba, Mestre em Engenharia de Produção pela UNIFEI (Itajubá); Pós-Graduação e Administração Contábil e Financeira – FAAP; Engenheiro Mecânico pela UNIFEI. Mais de 15 anos de experiência profissional, atuando em empresas nacionais e multinacionais nas áreas de Gerenciamento de Projetos, Produção e Planejamento e Controladoria.

Local:

  • SENAC São José dos Campos
  • Rua Saigiro Nakamura, 400 – Vila Industrial – São José dos Campos – SP – CEP: 12220-280 -
  • Tel.: (12) 2134-9000

Data: 06 de Dezembro de 2011 – Terça – Feira

Horário Atividade
19:00 19:30 Credenciamento
19h30 19h45 Apresentação da instituição beneficiada (Asilo Santo Antonio)
19:45 21:00 Palestra: “Formação de preços em grandes projetos – A importância na estratégia das organizações”
21h00 21:30 Perguntas e Avaliação

“Contribua!!! Pedimos que voluntariamente os participantes levem um 1kg de alimento não perecível que será doado para o Asilo Santo Antônio situado na Rua Coronel José Monteiro, 713 – Centro – São José dos Campos”

Preço:

R$ 30,00* para associados (pagamento antecipado)

R$ 60,00* para não associados (pagamento antecipado)

Data máxima para inscrição: 05 de Dezembro ou até o término das vagas.

* Estacionamento não incluso na inscrição.

Inscrições:

Os interessados deverão inscrever-se pelo site www.pmisp.org.br, acessando no menu o link “Agenda” em seguida escolhendo a opção “continuar lendo” e acessar o link “maiores informações”;

  • A efetivação da inscrição dependerá da confirmação do pagamento;
  • Não serão realizadas inscrições por telefone ou no local do Evento;
  • Não serão realizadas reservas de vagas;
  • Em caso de desistência, não haverá devolução da taxa de inscrição ou crédito da mesma para eventos futuros.

Observações e informações: Fone/Fax: (11) 5041-4144 / (11) 5531-1920

pmisp@pmisp.org.brwww.pmisp.org.br

Valem 2 PDUs. LIMITE DE VAGAS: 100

Meu blog

Criar um blog tornou-se uma atividade corriqueira e, até mesmo, bastante simples. Existem várias ferramentas na web que auxiliam neste processo (e dentre elas o WordPress).

Mas, o esforço para manter e conseguir acessos no blog é inversamente proporcional a facilidade de sua criação inicial. Mesmo itens gráficos de aparência são relativamente fáceis de se configurar para obter um visual elegante, chamativo, interesssante, enfim, tudo ao gosto do freguês (o blogueiro).

Felizmente o blog Gerenciamento Estratégico, após seus 2 anos e 2 meses (completos agora em novembro/2011) tem conseguido manter uma tendência positiva no número de visitas ao longo desse período.

O gráfico abaixo permite ter uma ideia dessa tendência positiva:

Mas, claro, ‘nem tudo são flores’. O esforço, ainda que controlado, não é o que se pode chamar de ‘pequeno’. Produzir conteúdo que atraia a atenção de visitantes ocasionais e que cative visitantes regulares exige dedicação.

As atividades diárias e os projetos (já que os editores desse blog atuam em atividades gestão de projetos) tanto auxiliam nessa produção (através de situações que dão ideias para novas postagens) como também atrapalham (uma vez que absorvem o exíguo tempo livre).

No entanto, quero destacar que é uma atividade muito gratificante.  Por exemplo, acabei de digitar no Google as palavras gerenciamento estratégico e o blog aparece no topo da lista de resultados. O que, não deixa de ser um ótimo resultado, especialmente considerando que estas duas palavras são bastante comuns e difundidas nos ambientes de gestão empresarial.

No gráfico também é possível ver um ponto em destaque que foi resultado de um post sobre a gestão de comunicação onde o tema “Paradoxo de Abilene” foi abordado. Coincidentemente, este assunto fazia parte da prova de um concurso do BNDES. Novamente, o uso das palavras paradoxo abilene bndes também trás o blog no topo da lista dos resultados de busca do Google.

Então, para quem quer dividir suas ideias e experiências (em qualquer assunto que seja) através do ‘seu blog’ e, ser achado, aqui vão algumas dicas:

- Publique regularmente (ainda que sejam ideias simples). Não espere pelo post ‘sensacional’ para postar.

- Tags: coloque muitos, muitos tags mesmo em suas postagens. Isso ajuda as ferramentas de busca a acharem seu blog.

- Divulgue: no nosso caso, depois que já tínhamos um bom número de postagens, começamos a divulgar entre amigos, em listas de discussão das quais participávamos, etc.

- Comente: Comente outros blogs com o mesmo assunto que o seu. A frase “é dando que se recebe” funciona. Comente lá que alguém vai vir comentar cá. Além disso, você se atualiza e fica sabendo sobre o que é que estão falando na web sobre seu tema de interesse.

- ‘Linke-se’: Se um de seus posts faz referência ou tem um tópico relacionado a qualquer outro de seus posts, inclua o link. Isso ajuda no aumento dos page views e também facilita a pesquisa/leitura dos seus visitantes.

- Pesquise o que é SEO – Search Engine Optimization. Este tipo de abordagem ajuda as ferramentas de busca a te localizarem.

- Mantenha o foco: se o tema é gestão de projetos, não adianta publicar outros assuntos, sua audiência, especialmente aquela que é fiel ao seu blog, não voltou ali para saber de outros assuntos. Foco e objetividade.

- Altruísmo: seja um ‘blogueiro’ porque gosta, pois nem sempre você vai receber comentários e feedbacks sobre seu trabalho.

- Estatísticas: Escolher uma ferramenta (como o wordpress) que tenha ferramentas de análise estatística ajudam a acompanhar o desempenho do seu blog. Isso ajuda na motivação pessoal e no estabelecimento de metas (afinal, as métricas vão estar disponíveis). Por exemplo, agora em Novembro/2011 batemos nosso record de acessos diário e também do mês.

Finalmente, Volte Sempre. Sua visita é muito importante para nós. :)

Gerenciamento Estratégico

Palestra: “A Comunicação na Gestão de Projetos”

Programa “EVENTOS TÉCNICOS” – PMI São Paulo

Palestra: “A Comunicação na Gestão de Projetos”

Objetivo:

Segundo o Benchmarking do PMI (2009), a comunicação é a habilidade que as empresas consideram mais deficientes nos gerentes de projetos e também o problema que ocorre com mais frequência na Gestão de Projetos. A comunicação dos projetos pode ter mais a ver com Conflitos, falhas na integração, não cumprimento do cronograma, desvios de escopo e outros diversos problemas do que se supõe.

Serão apresentados dados que mostra que, apesar de ciente dos números de diversas pesquisas, as empresas gastam mais tempo e trabalho em outras áreas que, apesar de importantes, não têm gerado o retorno esperado.

Tendo como base o capítulo do Guia PMBOK que trata do Gerenciamento da Comunicação, diversas pesquisas do PMI e outras da Comunicação Empresarial, a palestra tem a finalidade de auxiliar o gerente de projetos numa visão integrada das necessidades, apresentando informações da Comunicação Empresarial e da Comunicação Social que podem colaborar como apoio especializado nos projetos. De problema a comunicação pode auxiliar na melhora da qualidade dos trabalhos e minimizar insatisfações. A Comunicação é como o sistema circulatório que leva oxigênio e expurga resíduos.

A palestra coloca a comunicação dos projetos como acessível a todas as pessoas, como uma área acadêmica não como um dom. Quebrando o paradigma de que somente pessoas mais extrovertidas é que podem ser boas comunicadoras.

Palestrante: Airton Molena

  • Autor do livro, A Comunicação na Gestão de Projetos, pela editora Ciência Moderna. Pós-Graduado em Gestão de Projetos e Comunicação Corporativa. Graduado em Análise de Sistemas e em Comunicação Social, habilitação em Jornalismo e licenciatura em Filosofia. Trabalha como Analista de Negócios na PRODAM Empresa de TIC do município de São Paulo. Professor por mais de 10 anos no ensino médio e superior.

Local: Veris/Metrocamp/IBTA – Campinas (link)

  • Rua Dr. Sales de Oliveira, 1661 – Vila Industrial, perto da rodoviária nova

Data: 09 de novembro de 2011 – Quarta-feira.

Agenda:

Horário Atividade
19h00 19h30 Credenciamento
19h30 19h45 Apresentação do PMI
19h45 21h00 Palestra: “A Comunicação na Gestão de Projetos”
21h00 21h30 Perguntas e Avaliação

Preço:

  • R$ 40,00* para associados (pagamento antecipado)
  • R$ 60,00* para não associados (pagamento antecipado)

Data máxima para inscrição: 07 de Novembro ou até o término das vagas.

* Estacionamento não incluso na inscrição.

Inscrições:

  • Os interessados deverão inscrever-se pelo site www.pmisp.org.br, acessando no menu o link “Agenda” em seguida escolhendo a opção “continuar lendo” e acessar o link “maiores informações”.
  • A efetivação da inscrição dependerá da confirmação do pagamento;
  • Não serão realizadas inscrições por telefone ou no local do Evento;
  • Não serão realizadas reservas de vagas;
  • Em caso de desistência, não haverá devolução da taxa de inscrição ou crédito da mesma para eventos futuros.

Observações e informações: Fone/Fax: (11) 5041-4144 / (11) 5531-1920

pmisp@pmisp.org.brwww.pmisp.org.br

Valem 2 PDUs. LIMITE DE VAGAS: 100

Metodologia ágil ou tradicional: porque não as duas?

Os modelos ágeis de gestão vem ganhando cada vez mais espaço nas organizações, mas nem sempre são bem aceitas ou entendidas por gerentes/executivos acostumados com o gerenciamento de projetos no modelo tradicional (em cascata, ou waterfall). As discussões sobre vantagens e desvantagens de cada modelo são, muitas vezes, inflamadas e polarizadas, onde cada um dos lados tenta doutrinar o outro.

Por mais que cada modelo ofereça uma série de vantagens e desvantagens (que devem ser avaliadas por cada organização e, mais especificamente, cada tipo de projeto) o que eu tenho visto é que a implementação “pura” de um modelo ou de outro é muito rara. Poucos são os lugares onde o gerenciamento do projeto segue dogmaticamente os preceitos (“boas práticas”) listadas no PMBoK ou que executem todos os seus projetos usando Scrum, por exemplo. Se olharmos criticamente um conjunto de projetos de determinada empresa é muito provável que vejamos a utilização de práticas de ambos modelos.

O objetivo desse post é compartilhar uma experiência onde tive a oportunidade de trabalhar com os dois modelos simultaneamente no mesmo projeto, e discutir sobre os ganhos percebidos, dificuldades encontradas e adaptações (tailoring) necessárias.

Histórico do projeto

O projeto tratava do desenvolvimento de uma inovação em um produto do cliente, cuja janela de inserção no mercado era bem definida (e restrita). Os requisitos do sistema, por sua vez, eram bastante complexos, e ainda não totalmente especificados (o que ocorreu ao longo do projeto).

Devido à importância estratégica do projeto o cliente necessitava validar entregas parciais e ter algumas funcionalidades implementadas em versões de demonstração do produto para ser utilizado em “Road Shows”. Assim, uma das ações para garantir a execução desse trabalho foi o estabelecimento de um contrato para a alocação de um time de tamanho fixo durante um período determinado.

Considerando as características do projeto o modelo de desenvolvimento escolhido foi o Scrum, uma vez que este permitiria tratar o desenvolvimento do produto de forma incremental e ainda assim garantir a qualidade do produto e do processo (outro requisito importante para o cliente).

No entanto, apesar de entender o funcionamento do modelo “puro” do Scrum o cliente demandou um acompanhamento nos moldes tradicionais, considerando um projeto “waterfall” e artefatos previstos no modelo de maturidade CMMi. Com isso, por exemplo, foram criados o cronograma macro de entregas descrito em um gráfico de Gantt, algumas métricas de acompanhamento de valor agregado e relatórios de status semanais.

Desafios

Em virtude dessa gestão “mista” foi necessário avaliar processos e práticas das duas correntes de pensamento e avaliar criticamente o uso das mesmas no projeto, tendo em mente a não duplicação do trabalho e a otimização do tempo e esforço para a gestão do projeto, com a garantia do atendimento das expectativas dos stakeholders.

Como resultado dessa análise alguns processos tiveram de ser adaptados. Já alguns outros continuaram a ser executados da mesma maneira, uma vez que o resultado produzido era o mesmo ou não apresentava diferenças significativas usando um dos métodos.

Os ajustes no processo foram sendo feitos e validados com o cliente ao longo do projeto, com o consequente mapeamento das práticas e grupos de processos de modo a gerenciar o projeto de forma eficiente.

A prática 

As principais disciplinas exercidas durante o projeto estão listadas a seguir, juntamente com uma explanação de como elas foram executadas.

Gestão do escopo

O escopo do projeto foi dividido em pacotes de trabalho, sendo que cada requisito foi detalhado pelo analista de requisitos para a criação do product backlog do projeto. No entanto, diferentemente de um projeto ágil puro, toda a quebra dos requisitos em estórias e atividades foi feita durante o planejamento do projeto e o backlog resultante foi usado como guia para o planejamento das iterações (sprints).

Quaisquer mudanças nos requisitos do projeto, seja por entendimento dos mesmos ou por alteração do escopo original, foram tratadas através de um procedimento de “Solicitações de Mudança” (Change Requests), onde as mudanças eram analisadas, detalhadas e incluídas no product backlog.

Gestão do cronograma

Apesar do projeto ter sido executado usando Scrum o conteúdo de cada iteração foi definido com base na priorização do backlog feita pelo Product Owner ainda durante a fase de planejamento. Como o conteúdo de cada iteração estava, em grande parte, definido de antemão a reunião de planejamento de cada sprint focava no balanceamento de volume de trabalho (esforço) e força produtiva disponível (capacidade), além de fazer adaptações necessárias na velocidade do time e incorporação de atividades remanejadas de outros sprints.

Como o Gerente de Projetos do cliente precisava ter visibilidade do projeto como um todo, foi criado um cronograma no MS-Project para acompanhar a execução de cada requisito, sendo que os milestones definidos continham um subconjunto de requisitos que seriam implementados. O cronograma era acompanhado com base no progresso dos sprints, e servia como referência para coleta de métricas do projeto.

O acompanhamento do projeto se dava tanto pelo cronograma de funcionalidades quanto pelo gráfico de burndown de cada sprint. Os dados do cronograma eram usados para informar o progresso do projeto como um todo, enquanto o burndown indicava o progresso de cada sprint.

Gestão do custo

Como o time de projeto era fixo a gestão dos custos do projeto limitou-se ao controle de despesas, o que simplificou a tarefa. Os índices de valor agregado derivavam diretamente dos dados inseridos no MS-Project.

Gestão da comunicação

O plano de comunicação foi criado no início do projeto após a identificação de todos os stakeholders. Para cada tipo de informação a ser divulgada foi definida a periodicidade e sua audiência, bem como o propósito e o responsável pela coleta e divulgação de cada informação. O time de projeto era informado regularmente através das reuniões diárias e demais cerimônias (planning, review) do sprint. Já a alta gerência e o cliente eram informados através de relatórios semanais de progresso.

Um mapa com papéis e responsabilidades de cada stakeholder foi criado e divulgado, de modo a tornar público todos os canais de informação do projeto.

Gestão de riscos

O processo de identificação e análise qualitativa dos riscos, bem como o planejamento de resposta aos mesmos, seguiu o processo tradicional, com o uso de uma planilha de acompanhamento atualizada semanalmente, sendo que o time e demais stakeholders eram envolvidos no processo através das reuniões diárias, reuniões periódicas de status e cerimônias do Scrum.

Gestão da qualidade

O projeto seguiu um processo de desenvolvimento aderente ao CMMi e foi acompanhado por um analista da área de Qualidade, que auditava periodicamente (a cada final de sprint) as entregas (artefatos) do mesmo. A qualidade era garantida através da criação e acompanhamento de itens de “Não Conformidade” em ferramenta específica, que eram enviados ao cliente mensalmente.

Gestão de RH:

A alocação de pessoas foi facilitada pelo fato do time ter um tamanho fixo ao longo de todo o projeto. Como a estrutura da empresa é do tipo matricial o gerente funcional era responsável pela alocação das pessoas, mas uma vez definido o time com as habilidades necessárias (com base no escopo definido) o esforço de gestão foi reduzido, limitando-se ao planejamento e controle de ausências ocasionais e períodos de férias, bem como, obviamente, ao acompanhamento do desempenho dos membros da equipe.

Gestão de aquisições:

Não foi necessário durante o projeto.

Conclusão

A amostra de projetos executados com essa metodologia é pequena e limitada aos projetos que eu gerenciei para esse cliente específico mas, apesar do trabalho inicial de análise ter tomado algum tempo, os resultados foram bastante satisfatórios.

O gerente de projetos do cliente ficou satisfeito por ter a visibilidade que precisava, e os produtos dos projetos foram entregues no prazo e com qualidade necessária. Um resultado adicional, que comprova a eficiência do modelo, é que ele tem sido adotado inclusive por outros parceiros com quem esse cliente executa projetos.

E você, tem alguma experiência desse tipo?

Eamon Sousa

Posts relacionados:

Competências Gerenciais

Quer saber quais as competências necessárias para um Gerente de Projeto de acordo com alguns autores e referências, acesse:

Gerente de Projetos, Competências e Habilidades.

Giovani Faria

Meus posts

Outros posts:

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Análise de Processos

Quando falamos em processos, muitas vezes, estamos procurando maneiras (métodos) de dar maior eficiência e eficácia ao trabalho nas organizações, onde termos como redução de custos, incremento da competitividade, melhoria da qualidade, entre outros, são bastante comuns.

Uma ferramenta que pode auxiliar neste sentido é a Gestão por Processos, que procura mapear e implementar os procedimentos organizacionais através de ferramentas de gestão (como os ERPs).

Entretanto, durante este processo – de criação e implantação de procedimentos e metodologias padronizadas (ou de sua revisão, já que processo ‘tem’ prazo de validade) – é preciso avaliar adequadamente o produto deste trabalho.

Alguns questionamentos pertinentes para aumentar as chances de sucesso no uso dos processos estabelecidos são:

  • O processo (e cada uma de suas atividades) é realmente necessário?
  • Este processo ou atividade agrega valor para a organização?
  • Qual sua função desse processo/atividade na empresa?
  • Este processo/atividade atende aos objetivos previamente definidos?
  • Este processo/atividade pode (ou deve) ser melhorado?
  • Todas as atividades definidas no processo precisam (e efetivamente, são) executadas?
  • Este processo está adequado às demandas do mercado?

No Gerenciamento de Projetos (assim como apresentado no PMBoK) temos estabelecidos alguns Grupos de Processos de gestão que procuram estabelecer um fluxo de trabalho adequado para cada uma das fases do projeto. Estes grupos de processos foram apresentados nos posts seguintes:

Giovani Faria

Meus posts

O que é projeto?

Consultando qualquer referência bibliográfica, dentre elas o PMBoK, pode-se obter uma definição de projeto como sendo “um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado único”.

Até aí, nenhuma novidade. Agora, colocando de forma ‘visual’ a estruturação inicial de um projeto, através de seu Termo de Abertura, temos:


Esta forma de apresentação é semelhante à utilizada nos chamados mapas mentais (link) para a estruturação de ideias, informações, etc.

Giovani Faria

Meus posts

Milestones (Post atualizado)

 

O post sobre Milestones foi atualizado.

Para acessar, clique: http://gerenciamentoestrategico.wordpress.com/2010/05/13/milestones/

 

 

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