The Ultimate Guide to Business-Driven PMO Success

Este é um webinar ‘Free’.

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Gerenciamento Estratégico


Wednesday, April 11, 2012

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Staying the course, even with consistently strong operational performance, is no longer enough to compete and survive in a world characterized by rapid change. Organizations and their leaders must adapt to intensifying competition, business climate change, and customers that are constantly demanding more for less. As a result, executives won’t sleep well at night until they are more comfortable with their organization’s speed and agility with respect to business strategy course adjustment and execution capabilities.

Strategic projects, programs and initiatives are the agents of change within an organization. As a result, business-driven PMOs charged with enabling or delivering successful transformational projects and programs can make the difference between thriving organizations and those that fail to survive.

The problem is that PPM initiatives and PMOs don’t have a consistent track record of success. Their failures can be traced to their inability to identify and address six critical “business alignment” success factors.  This Webinar will define and contrast business-driven PMOs with traditional PMOs, describe the six critical alignment success factors and offer some suggestions on how to get started with business-driven PMO systems.

PDU info:
Category B PDU
Title is Ultimate Guide to Business-Driven PMO
Number of hours: 1

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Palestra: “Institucional PMI e PMO tipos e posicionamento nas organizações”

Objetivo:

Estabelecido em 1969 e sediado na Filadélfia, Pensilvânia, EUA, o Project Management Institute (PMI®) é a principal associação mundial sem fins lucrativos em Gerenciamento de Projetos e atualmente conta com mais de 320.000 associados em 180 países.

O evento mostrará o que é e como atua o PMI no Brasil e no mundo e quais são as certificações e Standards, e a importância da excelência no gerenciamento dos projetos para que sejam concluídos dentro das expectativas dos envolvidos, e sejam considerados projetos de sucesso.

Hoje as empresas cada vez mais trabalham por projetos, sejam eles para atender a demanda interna como para atender as solicitações de clientes externos. O PMO garante o alinhamento dos projetos com a gestão estratégica da empresa, padronizando e orientando os trabalhos dos projetos, trazendo ganhos na administração coordenada dos projetos e orientando e apoiando os gerentes de projeto.

O evento mostrará os diversos tipos de PMO existentes, o melhor posicionamento de cada um no organograma das empresas, e os principais pontos para que sua implantação e gestão sejam um sucesso, ajudando as empresas a realizarem seu planejamento estratégico.

Palestrante:
Maria Heloiza R. Magrin, PMP, MBA, Diretora de Projetos da Softmag. Certificada PMP pelo PMI e Six Sigma Green Belt, MBA pela FVG em TI Aplicada a Gestão Estratégica de Negócios, mestranda da UNICAMP. Com mais de 20 anos de experiência na área de Tecnologia da Informação, onde atua como instrutora, consultora de projetos, programas, portifólios, PMOs e Maturidade em Gerenciamento de projetos, em empresas de médio e grande porte. Ministra treinamentos em gerência de projetos para certificações PMP e CAPM no PMISP, MBA do SENAC e EAD da Anhanguera Educacional. Autora do Livro Guia do Profissional Linux.

Local:
Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer – CTI (no auditório)
Rodovia Dom Pedro I (SP – 65), km 143,6 – Campinas – SP

Mapa: http://www.cti.gov.br/index.php/fale-conosco/mapa-telefone-e-endereco.html
Contato: projeto-spb@cti.gov.br

Data: 22 de Setembro de 2011 – quinta-feira
Horário Atividade
08:30 09:00 Credenciamento
09:00 09:30 Palestra: Institucional PMI
09:30 11:00 Palestra: ”PMO tipos e posicionamento nas organizações”
11:00 11:30 Perguntas, Avaliação e Sorteio de cortesias e livro

 

Evento Gratuito
Data máxima para inscrição: 21 de Setembro – 14 hs ou até o término das vagas.
* Estacionamento no local.

Inscrições:

Valem 2 PDUs. LIMITE DE VAGAS: 100

Implantação de PMO – Os ‘Sim’ e os ‘Não’

Decidir pela implantação de um Escritório de Projetos (PMO) é uma tarefa que exige reflexão, objetivo e planejamento.

Para ajudar neste momento de reflexão e análise, algumas perguntas:

  • Existe uma metodologia padronizada para a gestão de projetos?
  • Existe um padrão para reportar desempenho de projetos na sua organização?
  • A análise de dados e tomada de decisão é feita de maneira estruturada e uniforme?
  • As lições aprendidas são documentadas? E utilizadas em novos projetos?
  • O desenvolvimento de competências para gerir projetos é feito de maneira adequada e consistente?
  • A maturidade gerencial da empresa pode ser considerada adequada às suas necessidades?

Se até agora sua resposta à todas (ou maioria) as perguntas foi sempre ‘Não’, você já tem bastante munição para discutir esta implantação com a alta direção (o “Sponsor”).

Mais algumas perguntas:

  • A gerência de projetos é (ou deveria ser) considerada uma competência crítica para a organização?
  • A otimização dos recursos (humanos, financeiros, infra) é fator crítico de sucesso para a organização?
  • Os riscos precisam ser avaliados de maneira efetiva levando em consideração projetos anteriores (lições aprendidas) e aspectos organizacionais (eg. demais projetos em execução)?
  • É necessária a implantação de métricas que auxiliem na visibilidade do desempenho dos projetos e na tomada de decisões?
  • A organização possui diferentes projetos de alta criticidade que requerem atenção?

Se agora, a resposta predominante foi ‘Sim’, o que é que você está esperando para formatar uma apresentação e ‘vender’ esta ideia internamente na organização, procurando por parceiros em posições estratégicas no organograma da empresa?

O Projeto de implantação de um PMO é um desafio interessante e que, se executado com sucesso, pode se tornar fator de diferenciação competitiva para sua empresa.

Giovani Faria

Meus posts

Gerenciamento do Tempo

Neste post, diferentemente do que o título possa sugerir, quero abordar o gerenciamento do tempo do gerente de projetos e não o gerenciamento das atividades do projeto (prazos, cronogramas, etc.). Em especial, quero abordar o assunto de gestão pessoal do tempo quando falamos do gerenciamento de vários projetos simultâneos.

A motivação veio principalmente pela necessidade de organizar melhor tempo para a gestão de diversos projetos simultâneos. Com esta demanda de gerenciar todas as atividades de um portfolio de projetos acabei por incluir no meu Twitter a seguinte frase: “Instantaneous Management, uma maneira de aumentar o throughput.”. Além disso, vi uma das mensagens de José Finnochio, também no twitter, que dizia “Superei OnePage Project management. Acabei de Inventar o Twitter Project Management (TPM).Todo plano tem q caber em 140 caracteres.”.

Com tudo isso, comecei a me questionar em como manter o controle dos projetos, mantendo todos artefatos (planos, relatórios, etc.) atualizados, fazendo uso das melhores práticas de gerenciamento e garantindo o alinhamento com a estratégia organizacional, sem perder a aderência aos processos/padrões organizacionais.

Explorando um pouco mais cada um dos termos destacados acima:

  • Manter o controle dos projetos: saber o que entregar (escopo), quando entregar (prazo), quem são os responsáveis (pessoas), gerenciar os riscos, manter a comunicação, satisfazer stakeholders, etc . Entretanto, todas essas informações são normalmente inseridas nos planos dos projetos, que seguem os processos organizacionais que, por sua vez, estabelecem o fluxo de trabalho. Para este controle procuro ter listados (em uma lista de action points, post it, anotações, etc.) todas as atividades que devem ser realizadas ao longo do dia. Esta lista, obviamente, deve ser revista/atualizada diariamente.
  • Utilizar as melhores práticas: embora guias como o PMBoK não exijam que todos os seus processos sejam utilizados, e que planos de projeto devam ser atualizados constantamente, fazer uso das melhores práticas para múltiplos projetos pode se tornar uma tarefa quase impossível levando-se em consideração a velocidade dos acontecimentos e as demandas sobre o gerente dos projetos. Com a experiência, o uso de práticas de sucesso acaba por se tornar uma rotina. Entretanto, no início, é preciso seguir a literatura disponível ou, por exemplo, criar checklists de atividades a serem realizadas.
  • Aderência aos processos organizacionais: o seu uso busca essencialmente a padronizações interna e garantia da qualidade do gerenciamento do projeto (controle e uso de melhores práticas) enquanto, por exemplo, atende a certificações como ISO e CMMi. Este é um ponto que pode criar certa dificuldade uma vez que não é da competência do gerente de projeto decidir sobre alterações nos fluxos de processos organizacionais. Ele pode sim, com o uso, sugerir melhorias ou mudanças, mas a decisão sobre aceitar essas propostas e implementá-las em toda organização é de responsabilidade, por exemplo, do PMO ou da área de processos, ou ainda, do EPG (Engineering Process Group – CMMi).

Cada metodologia/ferramenta de gestão das atividades do gerente de projeto possui características que podem se adequar em menor ou maior grau às suas necessidades. Todavia, para dificultar ainda mais a obtenção do resultado esperado, além de considerar a organização no atendimento às demandas dos projetos, esse ferramental deve considerar as restrições e demandas dos processos internos e da estratégia organizacional.

Para completar, dentre os diversos títulos disponíveis que tratam do tema, encontrei um que descreve de um método chamado de “Get Things Done” do autor, David Allen, que diz “…Só quando nossas mentes estão claras e nossos pensamentos organizados é que podemos atingir a produtividade sem estresse e liberar o nosso potencial criativo…”.

Além desse, diversas outras ferramentas e metodologias procuram resolver o problema de como conseguir organizar-se para obter o máximo de produtividade e resultados. Uma dessas ferramentas que pretende auxiliar na solução desse problema é a Toodledo cujo slogan diz : “An easy to use, online to-do list. Get organized, stay motivated, and be more productive”.

O uso dessa, ou de qualquer outra ferramenta, para servir ao propósito de auxiliá-lo no gerenciamento de atividades,  passa pela análise:

  • dos prazos de entrega
  • das prioridades das atividades
  • das estimativas de esforço (tempo) necessário para a conclusão

Entretanto, o grande desafio é integrar tudo isso com suas metas (pessoais e profissionais).

Giovani Faria

Meus posts

 

Ps.: Um link interessante para acessar: http://www.linkedin.com/groupAnswers?viewQuestionAndAnswers=&discussionID=17423495&gid=1812399&trk=EML_anet_qa_ttle-d7hOon0JumNFomgJt7dBpSBA

Como adquirir experiência em Gerenciamento de Projetos

Depois que publiquei o post “Quero ser Gerente de Projetos”, acabei recebendo alguns novos contatos de pessoas que acessaram o conteúdo. Nestes contatos acabei sendo indagado de diferentes formas sobre o assunto que me levaram a uma nova reflexão sobre a matéria. Assim, para complementar o assunto, vou iniciar apresentando um pequeno diálogo (que é atribuído a um autor desconhecido) entre o mestre e seu discípulo:

  • Mestre, como faço para me tornar um sábio?
  • Boas escolhas – responde o mestre.
  • Mas como fazer boas escolhas?
  • Experiência – diz o mestre.
  • E como adquirir experiência, mestre?
  • Más escolhas.

Analisando este diálogo sob o ponto de vista da construção de uma carreira em Gerenciamento de Projetos entendo que, embora, perfil (vocação) e competência técnica sejam fatores de extrema importância, a vivência (“boas e más escolhas”) é um dos grandes fatores de diferenciação do profissional. E como bem disse o mestre ao seu discípulo, para se aprender a fazer boas escolhas podemos acabar fazendo más escolhas. Ou seja, estamos constante aprendendo com nossos erros. A capacitação por meio de treinamentos nos ajuda a entender O Que e Por Que fazer uma série de atividades em termos das melhores práticas, mas, não consegue nos dizer exatamente Como fazer (que é um dos fatores que sofre forte influência das características da operação e estrutura da empresa e de seu segmento de atuação).

Entretanto, mesmo este parecendo ser o caminho natural das coisas (‘…erros e acertos…’), não é normalmente a maneira como as empresas gostam (ou precisam) que seja a atuação de seus profissionais, em especial, os de gerenciamento de projetos. A forte concorrência e dinamismo do mercado estabelece demandas muito mais agressivas para as empresas, onde as falhas no trabalho de seus profissionais acabam por não ser normalmente toleradas. Neste cenário, como formar um profissional em gerenciamento de projetos se o que ele precisa é de experiência, mas a dinâmica do trabalho não permite esta liberdade? Uma resposta pode estar no coaching.

Neste coaching o candidato a gerente de projetos (discípulo) deve ter alguém designado para orientá-lo. Esta figura do mestre (coach) pode ser:

  • Um Gerente de Projetos que tem em sua equipe um assistente em gerenciamento de projetos que será treinado
  • Um Gerente de Projetos mais experiente que ficará responsável pelo treinamento/orientação/monitoramento de outro em formação
  • O PMO (Project Management Office), responsável, entre outras coisas, pela capacitação dos profissionais de gerenciamento de projetos

Um opção de leitura sobre o tema é: Coaching: o Exercício da Liderança

Giovani Faria

Meus posts

Outros posts:

Iniciando um PMO

Entre as várias razões que contribuem para que um projeto não atinja seus objetivos destaca-se a falta de visibilidade a médio e longo prazos. Sem essa visibilidade, muitas organizações não são capazes de saber quais serão suas necessidades daqui a 6 meses, o que resulta em um planejamento de projeto que não contempla algumas dependências críticas, como por exemplo a necessidade de um treinamento específico ou alocação mais efetiva de recursos.

Enquanto desenvolver um programa de melhoria nos processos possa ser caro, e nem sempre os benefícios (melhores time-to-market, produtividade e qualidade) alcançados justifiquem os custos de investimento, estabelecer um escritório de gerenciamento de projetos pode ser o primeiro passo para garantir um melhor custo-benefício em implantar melhores práticas no gerenciamento de projetos, programas e portfolios, acelerar o time-to-market e introduzir melhoria contínua de uma maneira “cost-effective”.

O que é preciso para iniciar um escritório de gerenciamento de projetos (PMO):

  • determinar quais são as necessidades/ambições da sua organização;
  • determinar a maturidade da sua organização;
  • estabelecer um planejamento de métricas;
  • elaborar um plano de desenvolvimento para o PMO;

 Nos próximos post discutirei cada um desses 4 tópicos para o “start up” de um PMO.

Saudações, Marcelo Camera

O que é esperado de um PMO?

As empresas vem buscando maior eficiência e um melhor acompanhamento de seus projetos através do estabelecimento de PMOs (Escritórios de Gerenciamento de Projetos). Embora essa solução não seja nova, a tendência de utilização de metodologias do gerenciamento de projetos com o objetivo de isso aumentar a eficiência e melhorar os resultados do projeto (em termos de tempo e custo) tem aumentado muito.

Entretanto, em organizações onde mudanças culturais nem sempre são bem recebidas, as metas relacionadas ao aumento da produtividade e redução de custos tem posto à prova a real necessidade de um PMO. Pois para essas, o PMO poderia significar um overhead operacional.

As atribuições de um PMO podem ser divididas alguns grupos de responsabilidades:

  • padronização da metodologia e documentos utilizados na gestão de projetos, administração das ferramentas de gestão;
  • assessoria à alta administração no que diz respeito a contratação do staff de projeto e pelo acompanhamento do desempenho destes, pela análise do portfolio de projetos (incluindo retorno do investimento e viabilidade dos projetos);
  • assessoria aos gerentes de projetos no acompanhamento e suporte ao desenvolvimento dos projetos;
  • fiscalização e auditoria dos projetos;
  • treinamento do corpo gerencial e técnico no uso da metodologia;
  • garantia da qualidade do projeto assegurando que a metodologia definida foi seguida e validando entregáveis quanto ao padrão de qualidade definidos;
  • elaboração e disseminação de relatórios corporativos e pela comunicação à organização do status dos projetos;

O que fica claro para todo tipo de organização é a necessidade de se permear as atribuições do PMO e saber se com elas a organização usufruirá dos ganhos esperados ou se será apenas um “pedágio” para os projetos.

Saudações, Marcelo Camera

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