Em tempos de crise o gerente de projetos deve evitar tudo o que possa ser considerado como perda de tempo (traduzindo tempo como sendo custo, tempo e qualidade).

Uma prova disso é que a retração econômica “estimula” discussões sobre melhorias de eficiência em todos os tipos de projeto.

O mercado tem estabelecido a concorrência franca entre competidores e motivando times de projeto a repensar sua maneira de agir visando cortar todo sinal de desperdício.

Essa tendência (que já é realidade em algumas organizações) tem provado que a sem pressão não há melhoria em processos.

Essa tendência potencializada pela competição exigida pelo mercado vem produzindo nas organizações uma estrutura de projeto capaz de reavaliar processos, medir suas saídas e com isso identificar práticas que possam melhorá-los.

Na prática isso significa responder a três questões básicas:

  1. O que faço?
  2. Como faço?
  3. Por que faço?

Em outras palavras, conhecer a mim mesmo, avaliar o sentido do que faço e entender se posso fazer de maneira diferente visando ser mais efetivo e produtivo.

Parece fácil? Experimente responder a essas questões de maneira objetiva…

Abraços, Marcelo Camera

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