As empresas vem buscando maior eficiência e um melhor acompanhamento de seus projetos através do estabelecimento de PMOs (Escritórios de Gerenciamento de Projetos). Embora essa solução não seja nova, a tendência de utilização de metodologias do gerenciamento de projetos com o objetivo de isso aumentar a eficiência e melhorar os resultados do projeto (em termos de tempo e custo) tem aumentado muito.

Entretanto, em organizações onde mudanças culturais nem sempre são bem recebidas, as metas relacionadas ao aumento da produtividade e redução de custos tem posto à prova a real necessidade de um PMO. Pois para essas, o PMO poderia significar um overhead operacional.

As atribuições de um PMO podem ser divididas alguns grupos de responsabilidades:

  • padronização da metodologia e documentos utilizados na gestão de projetos, administração das ferramentas de gestão;
  • assessoria à alta administração no que diz respeito a contratação do staff de projeto e pelo acompanhamento do desempenho destes, pela análise do portfolio de projetos (incluindo retorno do investimento e viabilidade dos projetos);
  • assessoria aos gerentes de projetos no acompanhamento e suporte ao desenvolvimento dos projetos;
  • fiscalização e auditoria dos projetos;
  • treinamento do corpo gerencial e técnico no uso da metodologia;
  • garantia da qualidade do projeto assegurando que a metodologia definida foi seguida e validando entregáveis quanto ao padrão de qualidade definidos;
  • elaboração e disseminação de relatórios corporativos e pela comunicação à organização do status dos projetos;

O que fica claro para todo tipo de organização é a necessidade de se permear as atribuições do PMO e saber se com elas a organização usufruirá dos ganhos esperados ou se será apenas um “pedágio” para os projetos.

Saudações, Marcelo Camera

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