imperioromanoEsta foi uma tática de guerra de sucesso empregada na expansão do domínio Império Romano. Grupos ou facções com interesses diferentes eram ‘corrompidos’ fragilizando a estrutura do país e facilitando a dominação Romana.

No Gerenciamento de Comunicações, temos stakeholders com interesses diferentes, que precisam ter suas expectativas gerenciadas e atendidas. Estes interessados podem, em maior ou menor grau, influenciar, e até mesmo prejudicar, o andamento do projeto. Negligenciar a existência de algum desses stakeholders ou não entender o seu grau de influência no projeto é fator crítico uma vez que falhar nessa análise pode causar impactos ao seu projeto. Neste momento, o gerente (e seu grupo de trabalho, se for o caso) deve analisar as demandas e necessidades desses stakeholders de modo a minimizar riscos para o projeto.

No Gerenciamento do escopo, os requisitos do projeto são transformados (divididos) em diferentes entregáveis (deliverables) da Estrutura Analítica do Projeto (EAP). Já no Gerenciamento de Tempo, todas essas atividades que compõem o conjunto de entregáveis devem ser estimadas, sequenciadas e seu andamento (cronograma) monitorado.

Neste contexto, quando trata-se de ciência da computação, dividir para conquistar refere-se a uma técnica de recursão utilizada onde o problema a ser resolvido é dividido em instâncias menores, que são executadas recursivamente e o resultado final é obtido combinando-se as soluções intermediárias. Esta dinâmica, influenciada pela grande competição do mercado, traz a necessidade de agilidade e da escolha correta do Ciclo de Vida do Projeto e suas respectivas fases.

E é no Gerenciamento de Integração que o plano de dominação – ou melhor, o plano de gerenciamento – desse Império, o projeto, ganha forma. E agora, cabe ao General, o Gerente de Projeto, liderá-lo e conduzi-lo ao sucesso.

Seu projeto não é o Império Romano, mas ainda assim, precisa ser conquistado.

Abraço, Giovani Faria.

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