Para atingir seus objetivos empreendedores brasileiros precisam contornar problemas como a falta de mão de obra especializada e poucos investimentos em inovação.

O relatório do SEBRAE-SP traçou um perfil sobre o que tem motivado a abertura de empresas, e nele foi observado que 77% dos empresários abrem uma empresa visando a oportunidade de negócio e apenas 33% visam uma necessidade de mercado. O estudo também revela que as principais dificuldades enfrentadas por esses empresários no primeiro ano de vida das suas organizações são: falta de clientes, falta de capital, administração e planejamento, mão de obra e concorrência. 

Nessa análise, o SEBRAE aponta ainda quais nichos de mercado (áreas) terão um maior índice de crescimento:

– Comércio – equipamentos para escritórios e autopeças;

– Serviços – setores de informática;

– Indústria – fabricação de máquinas e equipamentos.

Como tendências de mercado, é esperado crescimento com a educação online, com serviços voltados à idosos, estética e soluções ecológicas.

Vale frisar que em 2015 o Brasil poderá ter cerca de 9 milhões de pequenas empresas distribuídas nos setores comercial (55%), de serviços (34%) e industrial (11%), isso coloca o Brasil no patamar em que estavam países como a França e Alemanha no ano 2000.

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