Este texto, recebido através do Whatsapp ilustra e maneira divertida e engraçada o porquê de haver uma grande necessidade de seriedade e ética no tratamento da confidencialidade de nossos dados (privados).

confidencial

– Alô! De onde falam?
– Google´s pizza.
– Mas este telefone não era da Pizzaria do Gordo?
– Sim senhor, mas a Google comprou.
– OK. Anote meu pedido.
– O Senhor vai querer a de sempre?
– A de sempre? Você me conhece?
– Segundo nossa planilha de dados do identificador de chamadas,nas últimas 12 vezes,o senhor pediu meia quatro queijos,meia calabresa, massa grossa.
– Tá! Vai esta mesmo…
– Posso sugerir-lhe, desta vez, meia ricota, meia rúcula com tomate seco.
– O quê? Odeio verduras.
– É que seu colesterol não anda bom, senhor…
– Como você sabe?
– Cruzamos o número de sua linha fixa com seu nome,pelo guia de assinantes.
Temos o resultado dos seus exames de sangue dos últimos 7 anos.
Além disso, segundo dados da seguradora,o senhor tem consultado um cardiologista.
– Ok, mas eu não quero essa pizza! Já tomo remédio…
– Desculpe-me, mas o senhor não tem tomado remédio regularmente.
Pelo nosso banco de dados comerciais,faz 4 meses que o senhor adquiriu uma caixa com 30 comprimidos para colesterol com desconto na Rede Drogasil, onde é cadastrado.
Parcelou em 3 vezes sem acréscimo,conforme informações da administradora do seu cartão Visa final 5692.
– Posso ter comprado com cheque ou dinheiro,seu esperto…
– Só se foi em dólares não declarados.
O senhor emitiu apenas 2 cheques nos últimos 3 meses,segundo seus dados bancários.
Suas retiradas em dinheiro costumam ser de R$ 750,00 e ocorrem pouco antes do dia 10,possivelmente para pagar sua empregada que recebe esse salário desde maio.
– Até o salário da empregada…Como você sabe?
– Pelo valor do INSS que o senhor recolhe mensalmente através do banco online.
– Vá se danar, seu metido!
– Me desculpe, senhor,utilizamos tais informações apenas com a intenção de ajudá-lo.
– Chega! Estou de saco cheio de google,facebook, twitter,WhatsApp, tablets, falta de privacidade. Vou para as ilhas Fuji ou, sei lá,para outro lugar sem internet, TV a cabo,onde celular não dê linha e com ninguém para me vigiar.
– Entendo senhor… Só uma última coisinha…
– O que foi agora?
– Seu passaporte está vencido.

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