O artigo original “Does Your Company Keep Its Promises?” promove uma reflexão bastante interessante sobre o quanto esse aspecto discutido em nível organizacional aplica-se às pessoas individualmente e como isso acaba por agregar valor à organização e aos indivíduos.

Traduzindo uma pequena parte do texto temos?

“Promessas confiáveis ​​criam valor. Elas geram a confiança que permite que os clientes comprem, os colaboradores se envolvam, os acionistas invistam e o público confie. Infelizmente, em muitas empresas, gestores tomam decisões sem prestar atenção ao que foi prometido, o que eles realmente podem entregar, ou se eles mantiveram seus compromissos ao longo do tempo. Eles muitas vezes estão trabalhando muito, mas de formas que aumentam a incerteza e, assim, reduzem o valor. É como correr 25 milhas de uma maratona e deixar a última milha sob responsabilidade do acaso”.

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Então, é importante:

  1. “Fazer menos, porém, melhores compromissos
  2. Acompanhar seus compromissos (acordos) chave
  3. Pedir pelo compromisso dos demais
  4. Conectar os pontos entre os grupos
  5. Focar no processo, não no heroísmo
  6. Saber quais compromissos você estará herdando em uma nova função
  7. Checar continuamente por potenciais contradições”

 Outro ponto digno de atenção:

“ When leaders focus narrowly on what they “own,” they focus less on connecting the dots with other groups. But these connections may have the most overall impact on company promises”

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Ainda que o artigo direcione seus comentários para aqueles com funções de gestão, que na essência são responsáveis por assumir formalmente os compromissos pela organização, é importante ter em mente que toda a equipe envolvida na entrega de um projeto precisa ter claros os compromissos firmados e se comprometer efetivamente (através de ações e atitudes) com eles.

Para ver o artigo na sua íntegra acesse o link.

Giovani De Faria

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